Uma democracia que ignora a virtude moral dos agentes do governo e o escrutínio público empobrece, mesmo que todas as leis sejam normas corretas. Em Cabo Verde, garantir justiça não é apenas cumprir a lei; é praticar a virtude moral na aplicação da lei. Por outras palavras, é proteger e promover a dignidade humana, é dar voz à diáspora e à sociedade civil, e é exercer coragem cívica em momentos decisivos e em resolver conflitos.
O Governo cabo-verdiano aprovou acordos de financiamento com organizações internacionais, no valor global de cerca de 12,7 milhões de euros, para reforçar o projeto de energias renováveis e eficiência energética do país, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro.
É visível o esforço da Câmara Municipal ao apostar em obras de requalificação urbana e investindo forte na área do saneamento - o alvo principal das críticas da oposição à autarquia da capital, liderada por Francisco Carvalho. Sem muito alarde, mas, paulatina e sistematicamente, a cara dos bairros começa a mudar e a limpeza urbana também está a alterar o rosto da cidade para melhor.
A autarquia da capital começou a substituir contentores obsoletos e a reforçar o seu número em vários pontos da cidade, ao mesmo tempo que reforçou a recolha de lixo, através do aluguer de mais camiões para melhorar o saneamento urbano.
Em entrevista ao New York Times, o presidente dos EUA afirmou, ainda, que apenas a sua “própria moralidade” poderá limitar o alcance do seu poder global. Por outro lado, em entrevista ao canal de televisão Fox News, Donald Trump afirmou que gostaria de ver Corina Machado a dar-lhe o Nobel da Paz, como ela própria já prometeu.
O jurista anunciou hoje a sua candidatura à Presidência da República, aproveitando o ensejo para acusar José Maria Neves, porquanto considera que a democracia cabo-verdiana enfrenta “uma clara subversão constitucional” promovida pelo atual presidente. Referindo-se a si próprio na terceira pessoa, o pré-candidato disse que “Casimiro de Pina nunca virou as costas à Constituição”, pelo que pretende conquistar o apoio de todos os cidadãos que valorizam o Estado de Direito Democrático.
Um Estado que elogia os seus emigrantes apenas quando eles brilham, mas os responsabiliza quando tropeçam, não está a governar: está a reagir. E um país pequeno, com uma história de mobilidade forçada e escolhida, não pode dar-se ao luxo de tratar a sua diáspora como um ativo descartável do discurso político. Talvez seja tempo de perguntar menos “o que fizeram os cabo-verdianos” e mais “o que poderia o Estado ter feito diferente”. Porque culpar é fácil. Representar, é mais difícil. Mas é exatamente para isso que existe um Governo.