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Olavo visita PR 01

O Governo diz-se determinado em prestar melhor serviço de transportes aéreos e marítimos para encontrar melhores soluções de mobilidade, mediante a sua intervenção com utilização de recursos públicos, para ter eficiência e evitar destruição de valores pelas empresas públicas.

O vice-primeiro ministro e ministro das Finanças fez estas considerações à imprensa no seguimento da audiência ao Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, com quem falou da situação económica e financeira do país, da agenda de reformas, dos resultados conseguidos e, previstos para os próximos tempos, com vista a acelerar a dinâmica de crescimento e desenvolvimento.

Olavo Correia afiançou que as vontades existem e que o executivo está engajado em promover uma política pública de transporte aéreos e marítimos para diligenciar a mobilidade interna e que tem instrumentos para atingir este objectivo.

“É nossa obrigação trabalhar todos os dias para que possamos prestar melhor serviço de transportes aéreos e marítimos a todo o país e a todos os cidadãos cabo-verdianos”, enfatizou.

A nível da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) disse que foram discutidos os instrumentos financeiros e que há um consenso no sentido de avançar para um estudo de modo a se encontrar uma solução melhor para que os instrumentos financeiros a nível da comunidade estejam, efectivamente ao serviço das empresas e das pessoas.

O governante considerou que Cabo Verde, no seu processo de reformas para a concessão dos aeroportos, tem dados passos para que o processo fique concluído ainda este ano, assegurando mesmo que a economia cabo-verdiana actualmente respira confiança por ser previsível e com um crescimento acima dos 5 por cento (%) ao ano, superior a média da economia africana e mundial.

Acrescentou que “a inflacção é baixa, abaixo dos 2%, o défice orçamental situa-se abaixo do 3%, numa trajetória de decréscimo permanente nos últimos três anos, a dívida pública, que era de 130 % do PIB hoje é de 124 %, as reservas hoje cobrem mais cinco meses de importação” e que se está a ter aumento de investimentos privados de nacionais, da diáspora e do estrangeiro.

Realçou que a economia cabo-verdiana se encontra estável, a crescer, mas que o país precisa continuar a fazer mais, melhor e mais rápido para atingir o crescimento de 7%, inclusivo, que inclui todos os sectores sociais cabo-verdianos, mas também todas as ilhas e regiões para que todos possam fazer parte desta trajectoria do crescimento da economia cabo-verdiana.

Com Inforpress



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