
O Grupo Oásis Atlântico anunciou esta segunda-feira, 11, o lançamento do "Salinas Residence", um novo empreendimento imobiliário-turístico em Santa Maria, que representa um investimento de 25 milhões de euros, e promete redefinir a oferta de luxo e sustentabilidade na região.
Com uma trajetória de mais de 25 anos no sector, o grupo hoteleiro expande a sua presença em Cabo Verde com este projeto que alia o design contemporâneo à preservação ambiental.
O lançamento da primeira pedra está agendado para Setembro, estando a conclusão das obras prevista para o Verão de 2028.
Localizado estrategicamente junto ao mar, em Santa Maria, o Salinas Residence será composto por cerca de 200 apartamentos, com tipologias que variam entre T0, T1 e T2.
De acordo com nota do grupo, o projecto foi concebido para oferecer a privacidade de uma residência exclusiva com os serviços de excelência de um resort de cinco estrelas, incluindo ginásio, spa, piscinas de design e restaurantes com variados conceitos gastronómicos.
Um dos pilares centrais deste investimento, conforme a mesma fonte, é a integração ecológica.
O empreendimento contará com painéis fotovoltaicos, iluminação LED de baixo consumo, sistemas eficientes de gestão de águas e uma política rigorosa de redução de plásticos de uso único.
O destaque vai para a criação de uma "passarela ecológica", desenhada para promover “uma ligação respeitosa” entre os residentes e a paisagem natural da ilha.
Para além da vertente residencial, o “Salinas Residence” apresenta-se como “um modelo de investimento atrativo”.
De acordo com o Grupo Oásis Atlântico, os apartamentos turísticos sob a sua gestão garantem uma rentabilidade anual progressiva, prevendo-se que atinja os 6% a partir do terceiro ano de operação.
Os proprietários terão ainda direito ao usufruto pessoal da unidade por até quatro semanas anuais.
Os preços de pré-lançamento já foram divulgados, começando nos 79 mil euros para os estúdios (T0), 152 mil euros para os T1 e 173 mil euros para as unidades T2.
O grupo justifica a aposta na ilha do Sal pela "estabilidade democrática, segurança e paridade cambial" de Cabo Verde, consolidando o arquipélago como um destino de eleição para investidores internacionais, especialmente devido à sua proximidade com o mercado europeu e ao clima favorável durante todo o ano.
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