Jairzinho Lopes Pereira, prestigiado académico cabo-verdiano, saiu da terra, mas a terra nunca saiu dele. De tal modo que os seus pergaminhos académicos nunca apagaram o agricultor que transporta no peito e que, várias vezes por ano, o fazem percorrer a longa jornada de Lovaina (Bélgica), onde é investigador e professor na Universidade Católica, para se reencontrar com São Salvador do Mundo, terra que o viu nascer e com a qual tem uma indelével relação de paixão e identidade. O académico acaba de dar à estampa um surpreendente livro de poesia e prosa poética.
Músico e compositor clássico, o país perdeu um nome maior da sua cultura. Vasco Jorge Coelho de Oliveira Martins partiu para a eternidade nesta quinta-feira, em São Vicente, sua terra adotiva e de coração. Tinha 69 anos e deixa um legado impressionante.
As candidaturas para a 10ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA/CMLisboa – “Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa”, foram prolongadas até ao dia 10 de dezembro de 2025. São admitidas candidaturas de concorrentes de qualquer nacionalidade, fluentes na língua portuguesa, com idade não inferior a 16 anos.
Familiares, amigos e colegas de profissão prestaram hoje homenagem ao músico Romeu di Lurdis, falecido no passado dia 09 de Outubro, em Portugal, recordando-o como um homem simples, generoso e apaixonado pela música e pela sua terra.
O ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Augusto Veiga, destacou hoje o legado artístico e humano deixado por Romeu di Lurdis, sublinhando que o músico, compositor, intérprete e ativista político e social será lembrado não apenas pelas suas canções, mas também pelo exemplo de cidadania e compromisso social. As declarações de “Gugas” surgem no dia em que o corpo do autor de Paraízu Praia foi a enterrar na capital do país.
Em matéria linguística podemos ser parceiros soberanos, nunca súbditos de qualquer cagança científica estrangeira, sobretudo se ela nos cheira ao retorno duma trapaça já desmascarada, venha duma argêntea montada em milhões ou do zé da esquina onde bebo os copos. Por isso voltamos a dizer: não aceitaremos a mediocridade e a ignorância de compêndio, inda venha embrulhada em capas doutorais. Ao vir intimar os bravos cabo-verdianos (é certo que os há também pusilânimes e traidores) com diktats supremacistas, a madre do projeto ORIZON deu um tiraço de canhão nos dois pés e,...
O particípio passado colocado pelo asninho que obrou o comunicado é que lixou o intrépido Amadeu. Este cidadão, que também é poeta, rotundamente poeta, e para sempre poeta, aprendeu a utilizá-lo muitíssimo bem desde a antiga quarta classe, muito do gosto de certo santantonense. O que devia chamá-lo, e com toda a propriedade, era radical. Isso, sim, assentava ao poeta verdadeiramente bem. Que é a poesia senão radicalidade de linguagem subtraída ao uso funcionário normativo-pragmático? Que é um poeta senão um radical ético, um visionário construtor de mundos reais, para além...