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Um cabo-verdiano que se diz Cabralista é, acima de tudo, um Nacionalista

O último artigo publicado pelo meu prezado amigo Dr. Jacinto Santos no jornal online “opais” tem o mérito de trazer à discussão uma questão que tem sido muito pouco debatida na sociedade cabo-verdiana, que é o processo de formação do quadro ideológico dominante no seio do qual operam os partidos políticos do arco do poder.

Luís Carlos Silva é o novo secretário-geral do MpD

O deputado eleito por Santiago Sul obteve 39 votos a favor, dois contra, um branco e um nulo. A sua eleição para Secretário-geral do MpD aconteceu este sábado, 1 de Outubro, durante a reunião da Direcção Nacional do partido.

Confirmado. Paulo Veiga eleito líder da Bancada Parlamentar do MpD

Tal como Santiago Magazine anunciara, o deputado Paulo Veiga foi hoje, 29, confirmado como líder parlamentar do MpD. Numa primeira declaração Veiga reafirmou a aposta numa liderança pautada pelo diálogo, tanto interno, como também com os partidos da oposição.

Ulisses Correia defende que competições internas no MpD não devem levar à fragilização da governação

O presidente do MpD, Ulisses Correia e Silva, defendeu hoje a necessidade de criação de condições por forma a que as competições políticas internas não levem à fragilização da governação.

Celso Ribeiro também é candidato a Secretário Geral do MpD

As cartas podem baralhar-se para o deputado Luís Carlos Silva, até aqui tido como candidato único ao cargo de Secretário Geral do MpD, cuja eleição deverá acontecer no decorrer da Direção Nacional do Partido, prevista para 1 de outubro, pois o também deputado, Celso Ribeiro, quer perfilar-se na disputa do cargo, que é uma espécie de administrador do partido.

MPD. Orlando Dias contesta eleição de novo secretário-geral  e diz que actual liderança “tem medo das eleições internas”

O candidato a presidente do MpD, Orlando Dias, afirmou que a atual liderança do partido tem medo das eleições internas, porque conhece os elevadíssimos índices de rejeição por parte dos militantes e que, por isso, de forma “dissimulada e desleal”, criou uma manobra de diversão para eleição de um novo secretário-geral do Partido.

Reformar o Estado e Moralizar a Gestão Pública*

Num país pobre e com grandes desigualdades sociais, consideramos central moralizar a gestão dos recursos públicos e, por isso, defendemos a redução do número de deputados para 52; a redução do número de membros do governo para 12; a redução do número de vereadores e deputados municipais (9 para 7; 7 para 5; 5 para 3; 21 para 17; 17 para 13; 13 para 9); e a redução do número de institutos públicos e instituições equiparadas para metade. Mas, também, a proibição de acumulação de salários no Estado, incluindo os detentores de cargos políticos, bem como estipular o teto...