Edson Andrade não poupa nas palavras. O Coordenador do Cadastro Social Único em São Lourenço dos Órgãos, não tem dúvidas: “Há indícios claros de que o CSU está a ser indevidamente instrumentalizado” pelo MpD, configurando “pressão política, suborno e tentativa de compra de votos junto das camadas mais vulneráveis da população”.
Falando em nome do grupo parlamentar do Movimento para a Democracia, Filipe Santos estranhou que o PAICV queira voltar ao mesmo tema, considerou que o setor agrícola nunca esteve tão bem e defendeu que o Governo tem uma “estratégia clara e consistente”.
Pelas projeções dessa sondagem o MpD perderia mais de 54.000 votos da eleição de 2016 para a de 2026 atribuindo-lhe cerca de 68.000 votos o que o colocaria numa posição de baixíssima probabilidade de vitória eleitoral no presente ano, dado que o mínimo para vencer as Legislativas situará acima de 110.000 votos. Para o MpD vencer as eleições legislativas com as projeções de votos da sondagem em 31%, PAICV 25% e UCID 4% teria que ocorrer que PP, PSD, PTS e outros partidos deveriam em conjunto, ao menos, abocanhar 40% dos votos e se isso ocorresse, esse bloco de partidos seria...
Divulgada ontem, uma sondagem promovida pela Afrosondagem indica uma vantagem do MpD nas intenções de voto para as eleições legislativas deste ano. No entanto, os resultados indicados pela empresa, bem como algumas omissões, levantam várias interrogações que carecem de respostas claras e objetivas. Nomeadamente, o que terá mudado em apenas um ano e, já agora, como se justifica (à luz da ciência) o surpreendente resultado do MpD na ilha do Fogo, anunciado numa nota de imprensa da empresa de sondagens?
O Movimento para a Democracia quer que as eleições legislativas sejam em junho, porquanto “ainda existe muita obra estruturante a ser desenvolvida”. Quem o diz é o líder parlamentar do MpD, Celso Ribeiro.
Celebrar o 13 de Janeiro exige mais do que repetir fórmulas consagradas. Implica revisitar criticamente o nosso percurso histórico a partir de uma perspetiva africanista ou, no mínimo, pós-colonial, capaz de articular independência, democracia e memória sem reducionismos. Enquanto continuarmos a tratar a liberdade como um ponto de chegada encerrado no passado — e não como um processo em permanente construção — permanecemos reféns de leituras empobrecidas da nossa própria história. Repensar o currículo e investir seriamente na educação cívica e política sobre a história...
A Assembleia Municipal da Praia aprovou ontem cinco propostas apresentadas pelo executivo liderado por Francisco Carvalho. De fora, ficou uma sexta que não tinha documentação para análise. A presidente da AM, Clara Marques, fez um “balanço positivo” da primeira sessão extraordinária deste ano.