O exército israelita voltou a matar em Gaza. Desta vez, foram três palestinianos, com os sionistas alegando que, supostamente, teriam transposto uma “linha amarela” artificial, aproximando-se das posições dos militares. Mas o histórico de Israel, de reiteradas violações do cessar-fogo não abona a alegação e deixa exposto um plano de genocídio na Faixa de Gaza que, ao contrário de ser abandonado, apenas abrandou na aritmética dos mortos.
O Presidente dos EUA afirmou que tomaria o território de qualquer forma. As lideranças parlamentares mencionam direito internacional e rechaçam interferência externa: “futuro da ilha cabe ao povo gronelandês”.
Vossa Excelência é, por mandato constitucional, o garante supremo da Constituição, dos direitos fundamentais e do regular funcionamento das instituições democráticas. A invocação reiterada, por parte do Governo ou da própria Presidência, de uma alegada impossibilidade de intervenção, sob o argumento do respeito pela separação de poderes, não pode servir de escudo à inação quando estão em causa violações graves e continuadas da legalidade constitucional. Nestas circunstâncias, a omissão deixa de ser neutral e transforma-se, ela própria, numa forma de responsabilidade...
A Entidade Reguladora Independente da Saúde (ERIS) está a recolher e retirar do mercado a marca de leite NAN 1 (N.º de lote: 512103464A) para bebés.
As ilegalidades aqui expostas não são meras irregularidades administrativas. Tratam-se de falhas estruturais que, se persistirem, podem colocar em risco a validade jurídica e política das Eleições Legislativas de 2026 nos Estados Unidos, abrindo espaço a contestações, impugnações e instabilidade institucional.
Na noite de ontem, a Polícia de Intervenção Rápida, a mando dos golpistas, invadiu as instalações onde funciona a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) e deteve dois funcionários da organização que foram violentamente espancados dentro do Ministério do Interior. O incidente aconteceu poucas horas após uma vigília pacífica e legítima, organizada pela LGDH no interior das instalações da Casa dos Direitos.
Criticar, atacar ou tentar travar determinados protagonistas pode produzir exatamente o efeito contrário ao pretendido. Esta análise não é uma defesa nem um ataque. É uma leitura fria do momento político. A justiça seguirá o seu curso. A política seguirá o seu. E o eleitorado, esse, continuará a decidir muito mais com base na emoção, na narrativa e na perceção do que nos autos processuais. É esse, gostemos ou não, o tempo político em que vivemos.