A ideia de um Cabo Verde para todos deve ser assumida como um compromisso real de cada cidadão nacional e da diáspora: um país com igualdade de oportunidades, sem exclusões estruturais, onde ricos e pobres tenham acesso digno a educação, energia, água, habitação, mobilidade e saúde. Portanto, a alternativa é clara: construir um Cabo Verde inclusivo, justo e equilibrado, evitando perpetuar um modelo de desenvolvimento que concentra oportunidades e marginaliza a maioria dos cidadãos.
Os últimos dados da Afrosondagem, realizados através de inquérito nacional de opinião pública, revelam queda acentuada nos indicadores de confiança na governação do Primeiro-Ministro UCS. Em 2022, dados oscilavam para 57% e, em 2025, baixou para 31%, com uma variação percentual de - 26 pontos. Ou seja, nos últimos 3 anos, o governo liderado por UCS perdeu 26 pontos de confiança dos cabo-verdianos. Os dados recentes revelam deterioração acentuada da aprovação governamental em Cabo Verde. A avaliação positiva do Governo despencou de 80% (2022) para 47% (2024), representando...
Reconhecendo a resiliência e o compromisso da mulher cabo-verdiana com as famílias, as comunidades e a Nação, o presidente da República, que se encontra em Santo Antão numa visita de quatro dias, destacou, ainda, a necessidade de o país passar do assistencialismo à criação de riqueza.
A tragédia que marcou o país dez anos atrás, mantém memórias vivas na sociedade cabo-verdiana, principalmente entre aqueles que privaram com as vítimas, embora persista a incomodidade em se falar sobre o assunto. A história real do massacre chegou agora ao prelo. “Monte Txota – Um massacre em Cabo Verde” tem a assinatura de dois jornalistas da agência Lusa: a portuguesa Cristina Fernandes Ferreira e o cabo-verdiano Ricardino Pedro.
As palavras são do presidente da República, que ontem destacou progressos nas áreas da habitação social, turismo e pesca, mas alertou para desafios persistentes, como a pobreza, o desemprego e a escassez de água. José Maria Neves falava na sessão comemorativa do 32º aniversário da criação do município.
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde foi o primeiro a apresentar os cabeças de lista para as eleições legislativas de 17 de maio. Ao contrário dos rumores, a constituição das listas parece estar a ser pacífica e, no essencial, a Comissão Política Nacional aposta na renovação da bancada na Assembleia Nacional. São os “rostos da mudança” que, segundo Francisco Carvalho, “vão ajudar o partido a construir Um Cabo Verde para Todos”.
...cada cabo-verdiano tem responsabilidades concretas. Nas próximas semanas, é prudente reduzir despesas não essenciais, constituir uma reserva alimentar de um a dois meses, garantir o stock de medicamentos essenciais e evitar o endividamento desnecessário. O Governo de Cabo Verde deve ativar os seus mecanismos de resposta a crises, reforçar as reservas estratégicas de combustível e alimentos, e negociar com os parceiros externos a estabilização das linhas de abastecimento. A resiliência de Cabo Verde não será determinada apenas pelo que acontece em Teerão ou Washington, será...