Orçamento da Provedoria de Justiça estagnado. Provedor diz que funcionamento está em causa

O funcionamento da Provedoria de Justiça no novo ano está em causa uma vez que a verba destinada a esta entidade não sofreu qualquer aumento para 2019 no quadro do Orçamento Privativo da Assembleia Nacional, aprovado esta semana. Quem o diz é o Provedor de Justiça, António Espírito Santo, em nota de imprensa.

As consequências da falta de seriedade governamental e da centralização do poder político na Praia

Neste dia 12 de Dezembro de 2018, assisti, através da Rádio Nacional, a mais uma peça teatral na plenária da Assembleia Nacional de Cabo Verde. Cada bancada parlamentar apresentou uma peça do teatro, da forma como melhor sabem. Aliás, cada um é melhor que o outro e tudo que estiver mal é culpa do outro. Uma prática que em nada incentiva um debate sério e não identifica as necessárias soluções para os trabalhadores desempregados e indefesos.

Os trapalhões. Existe ou não contrato com a Icelandair?

Muitos podem até atirar a cara para o lado, a fingir que tudo vai bem, mas temos por certo que não passa despercebido ao cabo-verdiano mais distraído, o estado anedótico em que o atual poder tem estado a colocar o país.

Governar por prazer e interesse pessoal. Que se lixe o povo!

O primeiro passo para qualquer novo Governo que se pretende ser DIFERENTE, após a tomada de posse, deve passar pela arrumação da casa, eliminação de carros de luxo e viagens de lazer. Ou seja, eliminação de despesas supérfluas e maior controlo das despesas institucionais. Para se prosseguir com essas mudanças de atitude, o Governo deve;

Seca obriga criadores a venderem seus animais ao desbarato em Porto Novo

Os criadores de gado no concelho do Porto Novo, Santo Antão, dizem estar a desfazer “ao desbarato” dos seus animais perante mais um ano de seca neste concelho, cujos efeitos são “cada mais difíceis”.

Venda, troca ou pagamento de favores apenas?

Há um ditado do povo que diz que onde há fumo, há fogo. E como se diz que a boca do povo é boca de Deus, convém, por uma questão de consciência, não duvidar dos ditados do povo.

Na política séria nem tudo vale*

Em 2001, já lá vão cerca de 18 (dezoito) anos, o PAICV vencera as eleições legislativas e o eleitorado cabo-verdiano achou por bem conceder-lhe, no total, a vitória em três (3) eleições sucessivas, mantendo-o no poder durante 15 anos.