A direção da candidatura de José Maria Neves à Presidência da República, em São Vicente, apresentou uma queixa à Polícia Nacional por agressão ao coordenador dos carros de som, durante o seu trabalho de divulgação da campanha.
Durante este curto período de campanha para as eleições presidenciais, já ouvimos muitas inverdades e algumas anedotas que só contribuem para afugentar pessoas bem-intencionadas da política. Temos sete candidatos ao Palácio do Plateau, mas, com todos os requisitos para lá chegar e fazer um excelente mandato, só há um que é nada mais nada menos Dr. José Maria Neves.
O candidato às eleições presidenciais de 17 de Outubro José Maria Neves garantiu hoje que se for eleito Presidente da República vai trabalhar com o Governo e as autarquias locais para acelerar o crescimento da ilha do Fogo.
O candidato presidencial às eleições de 17 de Outubro José Maria Neves promete que se for eleito Presidente da República vai mobilizar toda a competência da diáspora e colocá-la ao serviço do desenvolvimento de Cabo Verde.
Como é que alguém, que ameaçou de dedo em riste os Tribunais e a Comunicação Social de os meter na linha, como fez Carlos Veiga na noite das eleições legislativas de 17 de Dezembro de 1995, quando conquistou a segunda maioria qualificada, pode nos dar a garantia de moderação e de protecção dos mais sagrados valores constitucionais na Presidência da República? Será que a Nação quer ver reeditada essa noite tenebrosa, com celebrações estranhas à idiossincrasia do Povo Cabo-verdiano no Taiti?
O grupo – Carlos Veiga, Ulisses e Olavo – a que se veio juntar o Gualberto do Rosário, na Coordenação Económica, vendeu as maiores empresas que o Governo de Pedro Pires havia criado, assassinaram as que não conseguiram vender, como a EMPA, a SONACOR, a TRANSCOR, a JUSTINO LOPES, entre outras, entrando o nosso país no novo milénio com as calças nas mãos – sem empresas, sem dinheiro, sem credibilidade internacional e com uma dívida interna irremunerável. Votar Carlos Veiga para Presidente da República é ressuscitar esse trio que em "plena democracia" da década de 90 levou o...
Casimiro de Pina nasceu em Março de 1974, no concelho dos Mosteiros, Fogo, tendo-se formado em Direito, em Portugal, profissão que lhe fez “conhecedor” da Constituição da República, a qual compromete-se ser guardião enquanto Presidente da República.