A publicação dos novos regimes jurídicos de Formação de Professores (DL 24/2026) e de Habilitação para a Docência (DL 23/2026) confirma uma tendência preocupante: a governação por “retalhos”. Esta fragmentação deixou de ser apenas uma estratégia conjuntural e passou a caracterizar o próprio modo de gestão da carreira docente em Cabo Verde.
A vice-presidente da Associação Cabo-verdiana de Surdos, Adelcia Tavares, anunciou hoje, na cidade da Praia, a criação de uma biblioteca e de espaço multimédia, além do reforço da formação em língua gestual, para apoiar estudantes surdos.
Astrigilda Silveira é a nova reitora da Universidade de Cabo Verde. A professora do polo do Mindelo da universidade pública conquistou 50,65% dos votos, batendo no sufrágio o professor do polo da Praia Crisanto Barros (46,63%) e ditando o resultado, ainda provisório, mas irreversível, da segunda volta das eleições realizada ontem.
A presidente da Câmara Municipal do Porto Novo defendeu hoje a necessidade de dignificar o papel das monitoras dos jardins infantis e propôs trabalhar com o Ministério da Educação para melhorar as suas condições salariais. A autarquia tem a seu cargo 18 dos 20 jardins infantis existentes no município. De todo o modo, o ministro Amadeu Cruz descartou responsabilidades, endossando o aumento de salário para a câmara, mas deixando a porta entreaberta.
Professores, funcionários e estudantes vão escolher dia 28 o próximo reitor da Universidade de Cabo Verde. A campanha eleitoral começa hoje com sete candidatos em disputa, cinco homens e duas mulheres: Lourdes Gonçalves, Odair Varela, João Cardoso, Crisanto Barros, Jorge Tavares, Felisberto Mendes e Astrigilda Silveira vão estar na “estrada” até 26 de janeiro, o dia em que encerra a campanha eleitoral.
A academia vai a votos para eleger o próximo reitor da Universidade de Cabo Verde. Em comunicado, a Comissão Eleitoral informa que os cadernos eleitorais já estão publicados, entrando, agora, num período de análise, estando sujeitos a eventuais pedidos de retificação caso haja fundamentos nesse sentido.
Estou convicto de que o défice de financiamento público tem sido um dos maiores problemas da Uni-CV, com forte impacto negativo na valorização e desenvolvimento do seu pessoal e no acesso dos estudantes ao ensino superior. Anualmente, o Estado tem disponibilizado, diretamente para a Uni-CV, trezentos e tal mil contos, quando, por exemplo, o orçamento de funcionamento para o ano de 2025 ascende a 1.129.043 contos. Importa, contudo, observar que também, do meu ponto de vista, os sucessivos Reitores não têm sido capazes de desencadear uma liderança e um sistema de governança...