Masoud Pezeshkian reitera compromisso com a paz na região, mas adverte: 'defenderemos nosso país' caso ocorram agressões.
Dois temas marcaram os últimos dias no plano político, mas também judicial, porque desde alguns tempos a esta parte estas coisas andam misturadas e, não raras vezes, de braço dado. É um sinal dos tempos, introduzido no debate público praticamente em todo o mundo pela extrema-direita, a par do discurso moralista e de costumes que procura ocultar a sua verdadeira natureza de instigação ao ódio. Os ataques ao presidente da República e ao líder do principal partido da oposição são componentes dessa estratégia, contudo, votada ao fracasso. E aí estão os sinais de desespero a...
O teu potencial não depende de validação externa, e esta pode ser a verdade mais libertadora e mais aterradora que alguma vez vais internalizar. Esperar que outros validem a tua grandeza é dar-lhes as chaves da jaula que construíram à tua volta. E eles vão usá-las, não duvides. Vão trancar-te e deitar fora a chave, não necessariamente por maldade, mas porque é conveniente, porque a tua contenção é o preço da paz deles, porque és mais fácil de digerir quando estás mastigado e pequeno.
Dois pesos e duas medidas descredilizam a justiça. Aqui ninguém é virgem nem santa! Se a justiça quer honra, que seja honrada nas suas ações! Não há outra saída, por mais voltas que se queira dar...
Jairzinho Lopes Pereira, prestigiado académico cabo-verdiano, saiu da terra, mas a terra nunca saiu dele. De tal modo que os seus pergaminhos académicos nunca apagaram o agricultor que transporta no peito e que, várias vezes por ano, o fazem percorrer a longa jornada de Lovaina (Bélgica), onde é investigador e professor na Universidade Católica, para se reencontrar com São Salvador do Mundo, terra que o viu nascer e com a qual tem uma indelével relação de paixão e identidade. O académico acaba de dar à estampa um surpreendente livro de poesia e prosa poética.
O Escritório de Direitos Humanos da ONU afirmou estar “horrorizado” com o que descreveu como o “assassinato descarado” de dois homens palestinianos aparentemente rendidos por forças israelitas em Jenin, na Cisjordânia.
Asseclas do partido do Governo persistem numa linha de ataques pessoais, de tentativas de assassinato de carácter a opositores e de perseguição a jornalistas, que deram errado no passado. Do ponto de vista do marketing político, trata-se de uma estratégia comprovadamente equivocada. E, se as eleições estão no papo, quais as vantagens de dizer que o líder do principal partido da oposição está de rastos, dando-lhe uma exposição pública que, certamente, ele muito agradece? E, já agora, por qual razão retomar velhas promessas requentadas e nunca cumpridas? Será que pensam que os...