Caso Zezito Denti d’Oru. Por que o inspector Gerson Lima recuou nas acusações contra Paulo Rocha? Gravação telefónica sugere supostas negociações em troca de favores

Gerson Lima, inspector chefe da Polícia da Judiciária, foi uma das principais testemunhas do processo tendo no seu depoimento colocado Paulo Rocha, actual ministro da Administração Interna, na cena da operação da Cidadela, em 2014, quando efectivos da PJ mataram com mais 26 tiros de AK-47 Zezito Denti d’Oru (foto), apontado como assassino a soldo e tido então como o principal suspeito do homicídio da mãe da inspectora Kátia Tavares. Mas num segundo depoimento, já com Nilton Moniz como instrutor da investigação, Lima recuou afirmando que na altura limitou-se a seguir uma...

Caso Paulo Rocha. PGR ‘escondeu’ pedido para levantamento da imunidade parlamentar do ministro como arguido na morte de Zezito Denti d’Oru

O procurador da República Vital Moeda exigiu, em 2022, o levantamento da imunidade parlamentar de Paulo Rocha para ser ouvido e eventualmente detido na qualidade de suspeito no “homicídio violento”, em 2014 na Cidadela, de Zezito Dento d’Oru por um grupo tático da Polícia Judiciária. Mas o Procurador-geral da República, que desmentira em comunicado oficial suspeitas sobre o ministro da Administração Interna nesse polémico caso, não só não fez as devidas démarches junto da Assembleia Nacional para a audição de Rocha, como afastou Vital Moeda do processo, nomeando Nilton...

Caso Paulo Rocha. PGR veio com tudo: sete arguidos por violação do segredo de justiça e desobediência qualificada e sugestão para ministro e agentes pedirem indemnização

O Ministério Público acaba de deduzir acusação contra os jornalistas Herminio Silves, de Santiago Magazine, e Daniel Almeida, do A Nação (ambos os jornais também são arguidos), por desobediência qualificada por terem publicado reportagens sobre a investigação à morte de Zezito Denti d’Oru, e onde o nome do actual ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, aparece mencionado. Além dos jornalistas, o procurador Nilton Moniz acusa os inspectores da Polícia Judiciária, André Semedo e João Emílio Tavares, e o procurador Ary Varela, de serem os responsáveis directos pela...

Um Olhar sobre Juventude, Ambiente e Políticas Públicas. Promover a Cidadania Ambiental na Ilha Turística do Sal

A juventude cabo-verdiana, especialmente na Ilha do Sal, tem dado sinais claros de comprometimento com o ambiente. Cabe agora às autoridades públicas fortalecer esse protagonismo com políticas inclusivas, investimentos estruturantes e uma aposta séria na educação ambiental. Promover a cidadania ambiental é também um ato de justiça intergeracional — é preparar hoje os líderes ambientais de amanhã. É dar às comunidades as ferramentas para protegerem aquilo que têm de mais precioso: os seus recursos naturais, a sua identidade ecológica, o seu futuro.

Fernando Elísio insulta a inteligência dos eleitores

...de forma capciosa, Fernando Elísio volta a reeditar a desgastada promessa de que agora é que é, que vão ouvir a militância e “ao encontro das vontades dos cabo-verdianos e, com humildade e inteligência, percorrer o caminho necessário para continuar a ser o maior partido de Cabo Verde". Habitando num mundo paralelo, flutuando na maionese das benesses do poder, Fernando Elísio Freire e a restante nomenclatura, mais os batedores de palmas acríticos da CPN, não percebem que esta velha receita já não dá resultado e que irá, seguramente, provocar a indignação dos militantes que...

"Operamos um milagre financeiro na CMP. Desde que assumimos a autarquia o dinheiro rendeu mais"

Confiante no futuro, lúcido nas abordagens e orgulhoso do trabalho feito no seu primeiro mandato à frente da Câmara Municipal da Praia, Francisco Carvalho tem uma "vontade inabalável" de continuar a contribuir "para a construção de uma sociedade mais justa, mais equilibrada, com mais oportunidades para todos", através de "boas práticas, da defesa da transparência na administração pública, do tratamento da igualdade entre os munícipes, de uma governação centrada nas pessoas e na resolução dos seus problemas".

ORÇAMENTO DO ESTADO PARA O ANO ECONÓMICO DE 2024 - PARTE II

MEDIDAS DE POLÍTICA DE RECURSOS HUMANOS: valorização e capacitação dos recursos humanos, regime de exclusividade, política de rendimento e melhoria dos salários, regularização dos vínculos precários na Administração Pública (AP) Central e Autarquias Locais.