A empresa suíça Swissport International AG foi a seleccionada no processo de privatização da CV Handling, passando a deter 51 por cento (%) do capital social da operadora de assistência em escala.
O primeiro-ministro disse esta terca-feira, 17, na apresentação da nova marca estatal, Cvsky, que separa a operação interilhas da internacional, que a prioridade para os voos domésticos no arquipélago é estabilizar a operação.
"Dez anos depois, os projectos continuam todos no papel". Clóvis Silva assim avaliou hoje, no parlamento, as políticas do executivo de Ulisses Correia e Silva, alegando que o eleitorado acreditou nas promessas de um país próspero, diversificado, inclusivo, com melhor saúde e educação, transformado em ‘hub’ marítimo e aéreo, digital e moderno. No entanto, “após dez anos de Governo do MpD, grande parte dessas promessas permanece apenas no papel”
...cada cabo-verdiano tem responsabilidades concretas. Nas próximas semanas, é prudente reduzir despesas não essenciais, constituir uma reserva alimentar de um a dois meses, garantir o stock de medicamentos essenciais e evitar o endividamento desnecessário. O Governo de Cabo Verde deve ativar os seus mecanismos de resposta a crises, reforçar as reservas estratégicas de combustível e alimentos, e negociar com os parceiros externos a estabilização das linhas de abastecimento. A resiliência de Cabo Verde não será determinada apenas pelo que acontece em Teerão ou Washington, será...
O Governo cria, deliberada e descaradamente, uma narrativa ilusória ao anunciar obras que não lhe pertencem, ajustando o cronograma de comunicação para servir de instrumento de pré‑campanha. Para quem conhece a lógica das concessões aeroportuárias, trata‑se de puro marketing político de pre-campanha.
Dez anos depois, o resultado é claro: dependência, estagnação e retrocesso. Cabo Verde não precisa de avales eternos, mas de liderança e coragem para fazer o país descolar. Francisco Carvalho não promete milagres; apresenta provas. Não governa com slogans, mas com responsabilidade. Ele é a rutura necessária, a resposta ao esgotamento e o antídoto ao abuso de poder.
Em vésperas de eleições, a tradicional mensagem de Boas Festas do primeiro-ministro apresentou ao país - não um cabaz de Natal – um autêntico cabaz de promessas. Entre prometimentos com uma década e outros mais recentes, Ulisses Correia e Silva asseverou ao país que 2026 vai ser o ano em que todos irão ser concretizadas.