José Luiz Tavares com novo livro “Uma Selvajaria Civilizacional” contra “supremacismo linguístico” em Cabo Verde

O escritor cabo-verdiano José Luiz Tavares lança na sexta-feira, 21, na cidade da Praia, o seu mais recente livro, “Uma Selvajaria Civilizacional”, no qual assume uma luta contra o “supremacismo linguístico” em Cabo Verde.

O PERÍODO DA TRANSIÇÃO POLÍTICA DE CABO VERDE PARA A OBTENÇÃO DA SUA INDEPENDÊNCIA POLÍTICA E DA SUA SOBERANIA NACIONAL E INTERNACIONAL - Quarta Parte

Os nacionalistas pan-africanistas e democratas revolucionários caboverdianos sempre argumentaram que, sem a participação caboverdiana na luta político-armada na Guiné dita Portuguesa/na Guiné-Bissau, não teria sido possível (ou teria sido extremamente difícil) fazer vingar junto das autoridades políticas portuguesas o direito do povo de Cabo Verde à autodeterminação e à independência política, negado ou relativizado por aqueles caboverdianos que ainda navegavam nas águas pantanosas quer de “uma autonomia político-administrativa no quadro de uma Nacão portuguesa doravante...

Livro com 48 das 50 composições inéditas de Norberto Tavares lançado hoje em Assomada

O livro “Músicas de Speransa pa Cabo Verde” (músicas de esperança para Cabo Verde, em português) com 48 das 50 composições inéditas do falecido artistas santa-catarinenses Norberto Tavares vai ser apresentado hoje em Assomada, Santa Catarina.

Lilica Boal, a última entrevista da ex-combatente. “Cabo Verde não parou e não vai parar”

Foi deputada nacional entre 1976 e 1981 na Guiné-Bissau e entre 1986 e 1991, professora e ativista antifascista cabo-verdiana que lutou pela independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde e contra a ditadura do Estado Novo, Maria da Luz Freire de Andrade, nascida no Tarrafal de Santiago em 1934 e mais conhecida como Lilica Boal, concedeu esta entrevista o ano passado à revista Cult onde contou sobre a sua vivência na Praia, as saudades da cidade doutrora e aponta as diferenças com outras cidades onde viveu.

Morreu Lilica Boal

Faleceu esta tarde, no Hospital Agostinho Neto, na cidade da Praia, a combatente da liberdade da pátria Lilica Boal, vitima de doença.

A liberdade como exclusão (OU O NOJO A TUDO ISTO)

Não se procura a harmonia do sonho, as pegadas da glória e da eternidade empalidecendo sob os ventos do infinito, mas tão-só a maravilha que nos entristece, por a sabermos (e nós com ela) já não deste mundo, nem de nenhum outro, porquanto o seu concreto reino é a (da) pura possibilidade, por isso subsistindo em si e por si como suprema liberdade.

(Não) resposta a um (ali)mári(ad)o tantariado: agora o caso é com os cangalheiros!!!

"Se antes era um simples caso veterinário, agora deve meter padre, coveiro e cangalheiro. Arre, besta, bestissimamente besta até ao final dos tempos!"