O Acórdão n.º 133/2025 não apaga os sete anos de injustiça, mas desmonta uma narrativa oficial e expõe um problema político de fundo. Um governo que proclama reformas, mas tolera a punição dos melhores e a gestão desigual das carreiras, falha nos princípios elementares do Estado de Direito. À luz da minha experiência na área da segurança interna, considero que o executivo liderado por Ulisses Correia e Silva revelou incapacidade para assegurar critérios de mérito, igualdade de tratamento e justiça institucional, substituindo-os por opções que fragilizam a autoridade do...
A pouco mais de 24 horas das eleições presidenciais, António José Seguro (53,5%) é o único candidato que pode acreditar vir a ser o próximo chefe de Estado de Portugal, ganhando em todas as idades, regiões, classes sociais e entre homens e mulheres e colocando André Ventura (28%) a afundar nas intenções de voto.
No rescaldo da “Presidência na Diáspora” em França, José Maria Neves destacou o nível de empoderamento e vontade de participação dos emigrantes cabo-verdianos e a sua convicção de que a nossa diáspora “está mais forte, mais integrada e mais preparada” para contribuir para o desenvolvimento de Cabo Verde.
A porta-voz da Comissão Política Regional, Henriqueta Cardoso, sublinhou hoje que as visitas oficiais do primeiro-ministro, num curto espaço de tempo, não foram acompanhadas de inaugurações de obras com impacto real no desenvolvimento da ilha, o que, no seu entender, revela a falta de prioridade atribuída ao Fogo, que não pode ser tratado como ilha de promessas para ganhar votos.
Nenhuma democracia sobrevive quando o povo perde a capacidade de dizer: isto não é normal. Quando o povo perde essa capacidade o resultado final é a produção da normalidade, isto é: o processo pelo qual o inaceitável se torna tolerável e, depois, invisível.
Marcos Rodrigues, presidente da Câmara de Comércio de Sotavento, considerou hoje uma “boa notícia” a retoma do acordo de acesso preferencial de produtos cabo-verdianos ao mercado norte-americano por achar que ajuda a fomentar o tecido empresarial cabo-verdiano.
Programa de Oportunidades Socioeconómicas Rurais permite responder de forma estrutural à escassez de água em Cabo Verde. Mais de 21 mil pessoas já beneficiaram diretamente da iniciativa, superando as metas iniciais em 37%; jovens, mulheres e trabalhadores rurais estão entre os principais beneficiários, com impactos na formação e na atividade profissional. A apreciação é do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola.