...cada cabo-verdiano tem responsabilidades concretas. Nas próximas semanas, é prudente reduzir despesas não essenciais, constituir uma reserva alimentar de um a dois meses, garantir o stock de medicamentos essenciais e evitar o endividamento desnecessário. O Governo de Cabo Verde deve ativar os seus mecanismos de resposta a crises, reforçar as reservas estratégicas de combustível e alimentos, e negociar com os parceiros externos a estabilização das linhas de abastecimento. A resiliência de Cabo Verde não será determinada apenas pelo que acontece em Teerão ou Washington, será...
É inegável que os números do Produto Interno Bruto cresceram, mas o paradoxo também é inegável, ou seja, apesar do crescimento económico, há degradação e retrocesso social. Somos um povo determinado e de coragem, mas os sinais de desgaste e desânimo estão a surgir. É possível governar melhor para os nossos dez grãozinhos de terra. Há avanços, sim, em algumas áreas, mas não se pode permitir o retrocesso dos ganhos obtidos.
Os cemitérios judaicos da Ponta do Sol e Penha de França entram numa nova fase de preservação, e integração turística, na sequência da deslocação a Santo Antão da presidente do Cape Verde Jewish Heritage Project (CVJHP).
A Praia não admite este ruído, esta estratégia falida de intimidação e de segregação. A Praia sempre ouviu com atenção os seus filhos, não embarca em estorinhas de turistas políticos. Esta é a minha Praia Maria, que tanto amo!
Nenhuma democracia sobrevive quando o povo perde a capacidade de dizer: isto não é normal. Quando o povo perde essa capacidade o resultado final é a produção da normalidade, isto é: o processo pelo qual o inaceitável se torna tolerável e, depois, invisível.
Segundo o primeiro-ministro, a expansão e modernização do aeródromo de São Filipe e a iluminação da pista visa reforçar a mobilidade aérea, a segurança e o desenvolvimento sustentável da ilha e do país. Mas, apesar da iluminação da pista, ainda não há uma data prevista para realização de voos noturnos, satisfazendo uma velha promessa que remonta a 2016, o que dependerá da certificação por parte da aeronáutica civil.
O ministro da Saúde contestou ontem a existência de um surto activo de disenteria bacteriana que tenha afetado e provocado a morte de turistas britânicos que estiveram na ilha do Sal, salientando que “não existem evidências epidemiológicas públicas” que confirmem tal situação. Jorge Figueiredo reagia a notícias vinculadas por meios de comunicação internacionais, considerando que estas carecem de base científica comprovada.