Em entrevista ao New York Times, o presidente dos EUA afirmou, ainda, que apenas a sua “própria moralidade” poderá limitar o alcance do seu poder global. Por outro lado, em entrevista ao canal de televisão Fox News, Donald Trump afirmou que gostaria de ver Corina Machado a dar-lhe o Nobel da Paz, como ela própria já prometeu.
Segundo a União Cabo-Verdiana Independente e Democrática, o comunicado do Governo de Ulisses Correia e Silva, a propósito da situação na Venezuela, reflete um alinhamento ideológico explícito com narrativas e interesses externos à tradição diplomática cabo-verdiana. “Trata-se de uma leitura política alinhada com determinados centros de poder internacionais, e não de uma avaliação jurídica ou consensual multilateral”, sustentam os democratas-cristãos.
No início da semana, o presidente dos EUA disse que María Corina Machado não merece o Nobel da Paz. A chamada “líder da oposição” respondeu dizendo estar disposta a dividir o prémio e agradeceu a Donald Trump por bombardear a Venezuela. A tragédia continua, agora na sua fase de comédia.
O presidente dos Estados Unidos da América, classificou o ataque à Venezuela, em violação do Direito Internacional, como “operação brilhante”, confirmando o sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa. Governo Venezuelano diz não saber do paradeiro de Maduro e de Cilia Flores, exigindo uma “prova de vida”.
Quais direitos humanos, qual tráfico de drogas, qual quê, as verdadeiras intenções foram reveladas pelo próprio Donald Trump: os Estados Unidos da América vão estar “fortemente envolvidos na indústria petrolífera” venezuelana. Pudera, o país é detentor das maiores reservas de petróleo do planeta.
O agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), Jorge S., mesmo após ter sido interrogado no Ministério Público, continuou a partilhar nas suas redes sociais mensagens de ódio contra imigrantes. A notícia foi avançada na última sexta-feira, 22, pelo semanário Expresso. Recordamos que o Ministério Público acusou dois agentes da PSP de sequestro e homicídio de um imigrante marroquino algemado e espancado em março de 2024, no Algarve.
O Ministério Público (MP) de Portugal acusa dois agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) de sequestro e homicídio de um imigrante marroquino algemado e espancado em março de 2024, no Algarve.