A recente alteração da lei de imigração dos Estados Unidos da América (EUA) está a preocupar a Associação Cabo-verdiana de Brockton, que apelou aos cabo-verdianos a repensarem a emigração e investir na terra natal como garantia de futuro.
A Câmara Municipal da Praia manifestou a sua preocupação pelos atos de vandalismo em contentores localizados em Achada de Santo António, ao mesmo tempo que denuncia pessoas que, intencionalmente, despejam lixo à volta de contentores em vários bairros, com “o intuito claro de passar uma perceção errada sobre o saneamento” na cidade.
Percorrendo o mundo em busca do sonho, dez anos após ter deixado Cabo Verde, o jovem santantonense prepara um projeto que aposta em “transformar” o futebol juvenil no arquipélago. Para já, a academia Pro Soccer Performance fincou pé na sua ilha natal, nas a ideia é alargar a iniciativa a todo o arquipélago. O passo seguinte é a ilha do Sal. É que, “ futebol é o veículo, mas o destino é formar homens de caráter”, diz Hevany Mota.
No Mercado do Platô, as vendedeiras dizem que as vendas no período do Natal foram “moderadas” e mantêm expectativas cautelosas para a passagem de ano. Para além dos preços exagerados, o país vive um contexto de dificuldades económicas, com baixo poder de compra, que se traduz em fraca afluência de consumidores.
A Polícia Nacional registou apenas a detenção de um cidadão na posse de estupefacientes. O período natalício foi considerado tranquilo pelo comandante regional, não havendo a registar ocorrências de relevo. A avaliação da população também é positiva, já que as celebrações decorreram com normalidade, em clima de paz, convivência familiar e tranquilidade nas comunidades.
A Polícia Judiciária portuguesa deteve ontem o jovem de 19 anos suspeito de ter matado três membros da sua família na zona de Chã de Alecrim. Apresentando um histórico de “perturbações psicológicas”, o agora detido, terá saído de Cabo Verde na última terça-feira, antes da descoberta dos corpos.
Segundo o presidente da União Cabo-verdiana Independente e Democrática, o chefe do Governo e a sua equipa estão a prometer nestes últimos seis meses o que não conseguiram fazer durante mais de quatro anos de mandato. Para João Santos Luís, as propostas avançadas pelo primeiro-ministro para 2026 são “enganosas” e “propaganda eleitoralista”, feita em todas as ilhas “à custa do erário público”.