Ana Celina Pereira, gerente da empresa Hotel Porto São Miguel, Lda, denuncia “invasão” de um terreno que foi concessionado pelo Instituto Marítimo Portuário (IMP), apontando o dedo à Câmara Municipal de São Miguel, que acusa de cumplicidade. Uma acusação contestada pelo presidente da autarquia, Herménio Fernandes.
A Uni-CV foi condenada em 2017 pelo STJ, em 2023 foi executada, alega que efetuou o pagamento e demostro a inexistência, nulidade ou presunção legal desse suposto pagamento para outra finalidade e o consequente incumprimento da condenação.
Sr. Reitor, “contra fatos não há argumentos”: a maneira como apareceu em público coloca sérias dúvidas sobre a sua capacidade e competência em dirigir a instituição que representa, talvez, razão pela qual nem ousou se re-candidatar ao cargo.
A liberdade de imprensa e de Expressão é um valor inalienável da democracia, mas não pode ser confundida com a licença para difamar, caluniar ou manipular factos. A Uni-CV reserva-se, portanto, o direito de recorrer aos meios legais adequados à defesa da sua honra institucional e do bom nome dos seus colaboradores.
“Vitória! Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta armas para o apartheid de Israel”. Esta foi a reação do movimento social internacional BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), a maior organização da sociedade civil palestiniana, congratulando-se com a decisão da Enapor em barrar a entrada do navio Marianne Danica, que transporta munições para Israel.
O cargueiro Marianne Danica está a caminho do Porto Grande, em São Vicente, para “carregar carga” antes de seguir viagem para Israel. Só que a embarcação, com bandeira da Dinamarca, e que deve chegar a Mindelo no domingo, 28, terá a bordo 18 contentores com mais de 318 toneladas de projécteis 155mm, que de acordo com Comité Nacional Palestiniano de BDS, serão utlizados para “o genocídio israelita em Gaza”, razão pela qual pede que Cabo Verde impeça a atracagem técnica do cargueiro. Refira-se que no ano passado, esse mesmo Marianne Danica fez escala no Porto Grande...
O secretário de Estado das Finanças, Alcindo Mota, declarou esta segunda-feira, 15, que o Governo é legítimo proprietário dos terrenos Babilónia, bem como das 29 moradias que integram o referido complexo, pelo que “não permitirá” quaisquer obras naquele património público.