De como se transfere activos públicos para privados, com base em decisões administrativas armadilhadas, configurando jogos de interesse, ou até mesmo corrupção. O Estado de Direito impõe e defende que às instituições democráticas sejam exigidas o respeito pelas leis, para que o interesse público e a satisfação coletiva sejam cumpridos.
Na era do populismo e da demagogia, os governos actuais adoptaram como self defense um ataque feroz à imprensa independente, chamando tudo o que não lhes agrada de fake news. O Governo de Ulisses Correia e Silva seguiu esta corrente e vem hostilizando jornais privados, como Santiago Magazine, numa infeliz tentativa de desacretidar os órgãos e os seus jornalistas. Mas, afinal, quem está a mentir? Chegamos, pois, à pós-verdade.
A estória do Ti Lobo e do Chibinho transporta-me à minha feliz menineza passada em Luanda-Angola, com os meus pais e seis irmãos, todos vindos da mesma forma.
A presidente do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), Janira Hopffer Almada, voltou a criticar o Governo por falar de “hub” tecnológico, mas “não abre o mercado” e “continua a desenvolver políticas proteccionistas”.
Tudo indica que o MpD mandou adulterar o banner das manchetes de Santiago Magazine, eventualmente para ludibriar a sociedade cabo-verdiana sobre uma peça noticiosa que este jornal digital não divulgou, segundo a qual Carlos Veiga será o próximo presidente de Cabo Verde.
Exmo. Sr. Diretor, do jornal online Santiago Magazine.
Herménio Fernandes é um político caro. Custa muito ao concelho que dirige. Só em 2017, um ano de seca severa, o seu gabinete gastou 21 milhões, 227 mil, 203 escudos. Muito dinheiro, diga-se de passagem, num concelho com cerca de 15 mil almas, das quais cerca de 70%, ou seja, sensivelmente 10 mil e 500 pessoas vivem da agricultura de subsistência, criação de gado e pesca tradicional. Um concelho muito pobre, portanto! Onde o comércio é residual e o desemprego pode ser considerado endémico, sobretudo na camada juvenil.