Em visita a Santiago Norte para verificar a dimensão dos estragos causados pelas chuvas intensas, o Grupo Parlamentar do PAICV manifestou ontem solidariedade às populações do Tarrafal, Santa Cruz, Santa Catarina e São Miguel, e defendeu que o Governo deve assumir “responsabilidade plena” e garantir respostas imediatas, como o desencravamento de zonas ainda bloqueadas, bem como medidas estruturantes de médio e longo prazo.
A responsabilidade tem de ser permanente, a prestação de contas tem de ser pública, a solidariedade tem de ser real e não apenas simbólica. Não podemos continuar a viver entre tragédias repetidas e relatórios que ninguém lê. Não podemos continuar a medir o sofrimento conforme a conveniência política. E não podemos continuar a tratar o povo como espectador das suas próprias perdas. Se Cabo Verde quiser ser um país que respeita as suas ilhas, a sua diáspora e a sua gente, terá de começar por uma verdade simples, a água pode cair onde quiser, mas a solidariedade e a...
Reforçando o compromisso de José Maria Neves numa relação de proximidade com as populações, ouvindo as suas necessidades, inteirar-se das dinâmicas dos diversos setores de atividade e trabalhar em conjunto para a melhoria da qualidade de vida de todos os cabo-verdianos, o presidente da República visita o Tarrafal, São Miguel, Santa Cruz, São Salvador do Mundo e São Lourenço dos Órgãos.
A Comissão Política Regional (CPR) do PAICV de Santiago Norte acusou hoje o Governo de discriminar o município do Tarrafal, apontando promessas por cumprir, atraso em obras públicas e a estagnação do Fundo de Financiamento Municipal.
...essa trupe é tão falha de princípios de ética científica, que depois de terem levado umas valentes reguadas no parecer emitido por linguistas residentes em Portugal, foram de mansinho, para que ninguém se apercebesse, corrigir alguns lunatismos, sem nunca dizer que foram aproveitamentos de ensinamentos de quem sabe sem alardear, e que trabalha para a dignificação da língua cabo-verdiana, não para encher os bolsos ou abrilhantar os currículos, mas para que no céu da caboverdianidade a nossa língua-mãe seja a primeira e a estrela mais firme. Nós voltaremos enquanto esse perigo...
Que se reerga a grande ilha do Porto Grande e Monte Cara pelo alento das suas valorosas gentes, com a solidariedade fraterna e firme dos cabo-verdianos de todas as ilhas e diásporas, contra projetos supremacistas malsãos engendrados por mãos estrangeiras, ainda que acolitadas por serventuárias nacionais. Hoje mais do que nunca faz sentido o verso de «súplica« de Djoya «sonsent nxina-me oiá lus di sol». Que o sol do novo dia te seja de novo radioso, Sonsent.
A normalização linguística, se não erro, deve implicar dois processos paralelos: o social e o linguístico propriamente dito. É a confusão deliberada, com finalidades supremacistas diatópicas, que inquina todo o processo e faz com que seja inaceitável e, por isso, deve ser liminarmente rejeitado o disfarce pandialetal, sem deixar de ponderar quem deverá ressarcir o estado de Cabo Verde pelo investimento feito, se o que foi pedido foi um projeto de didatização e não de padronização, que não deve ser feito por estrangeiras contaminadas pelo bairrismo, nem apenas por nacionais...