A Assembleia Geral da ONU aprovou ontem cinco resoluções a favor do povo e do território palestinianos, incluindo investigação de práticas de Tel Aviv e apoio a refugiados palestinianos. Israel e EUA votaram contra.
O Papa Leão XIV pediu hoje, dia do “Jubileu dos Pobres”, aos líderes mundiais e católicos que acolham as pessoas marginalizadas, considerando que “não pode haver paz sem justiça”.
A autora cabo-verdiana Lourença Tavares lança hoje, na Praia, o livro “Os escombros da vida”, uma obra que resgata as memórias da guerra em Angola em 1974, quando aos 13 anos, viu a sua infância interrompida pelo conflito.
Ao mesmo tempo que insiste que Israel não pode impedir a entrada de ajuda humanitária no enclave palestiniano, o Tribunal Internacional de Justiça diz que o governo sionista não apresentou provas que justifiquem as acusações que levaram ao fim da cooperação com a agência da ONU de assistência aos refugiados palestinianos.
A denúncia é do comissário-geral da agência da ONU de assistência aos refugiados da Palestina. Numa entrevista ao El País, o suíço Philippe Lazzarini explica que se continua a passar fome em Gaza, avançando que os camiões das Nações Unidas têm comida suficiente para alimentar a população durante dois ou três meses, mas que as forças israelitas continuam a impedir a sua no enclave.
Dois anos após a campanha genocida do governo de Benjamin Netanyahu, dados oficiais apontam mais de 67 mil mortos. Um número que, segundo vários especialistas, estará subestimado, havendo mesmo quem avente a possibilidade de o número exato se poder situar em 600 mil mortos.
“Vitória! Cabo Verde recusa porto a navio genocida que transporta armas para o apartheid de Israel”. Esta foi a reação do movimento social internacional BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), a maior organização da sociedade civil palestiniana, congratulando-se com a decisão da Enapor em barrar a entrada do navio Marianne Danica, que transporta munições para Israel.