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Língua materna. José Luiz Tavares insurge-se contra ressurgimento do “velho luso-tropicalismo”

O poeta cabo-verdiano José Luiz Tavares insurgiu-se hoje contra o ressurgimento do “velho tropicalismo” à volta do crioulo cabo-verdiano, apesar de existir “uma vontade soberana popular e nacional forte” em prol da dignificação da língua cabo-verdiana.

Língua materna: Escritor denuncia “simulacro” e “fraude” no processo de introdução no ensino da língua cabo-verdiana

O escritor cabo-verdiano José Luiz Tavares denunciou hoje, em entrevista à Inforpress, o que considera ser um “simulacro” e uma “fraude” no processo de introdução no ensino da língua cabo-verdiana.

Entre Mares e Terras: A Busca Contínua pela Identidade Cabo-Verdiana no Cruzamento de Culturas

A complexidade e a fluidez da nossa identidade, tal como expressa na afirmação do poeta Pedro Cardoso"filho de Cabo Verde e neto de Portugal", refletem as nuances e as contradições inerentes à indefinição de identidade cabo-verdiana em um mundo globalizado.

Cabo Verde e a sua polícia (ainda) colonial

A democracia cabo-verdiana, como tantos têm dito e escrito, padece de sérios problemas. Aquele Cabo Verde que se auto-proclama “exemplo e farol da democracia em África” não existe (por mais que a nossa esperança seja imortal)! É um mito fabricado por discursos políticos nacionais e internacionais baseados em indicadores que mentem. Os cabo-verdianos estão famintos de liberdade, este princípio Constitucional supostamente inviolável. O próprio Estado cabo-verdiano, através de seu braço armado, tem sucessivamente humilhado os seus. A desumanização dos cidadãos tem sido uma...

Entre Mitos e Versos: A Herança de Pedro Cardoso e José Lopes nas Ilhas de Atlântida Moderna 

No coração do Atlântico, onde o mar desenha histórias e a brisa murmureja lendas, repousam as ilhas de Cabo Verde. É um arquipélago de contrastes e mistérios, onde a poesia de pre-claridosos como José Lopes e Pedro Cardoso ressoa no tempo, trazendo consigo a fascinante ideia de que Cabo Verde é afinal muito mais do que um conjunto de ilhas - é sim um pedaço sobrevivente da lendária Atlântida submergida. 

POESIA ORAL – BATUKU DI KABU BERDI - IV

“Batuku e aima di povu” (KD) & “Batuku sta na moda” (OP)

Cabral não fragmenta, mais que união, é Pátria

No seu discurso conhecido como “Análises de Alguns Tipos de Resistência”, Cabral já exortava de que a nossa luta não era para substituir o poder colonial e manter o povo na miséria, mas para trabalhar para providenciar mais educação, mais oportunidades e mais justiça para todos, homens, mulheres, crianças ou idosos. Somos todos humanos e todos merecemos dignidade, por isso há que “suicidar a classe”. Essa ideia de solidariedade, companheirismo e de justiça, entre outras, de certeza lhe valeram esse lugar na História.