Os militares que tomaram o poder na Guiné-Bissau em novembro do ano passado, pretendem manter Domingos Simões Pereira detido ou obrigá-lo a sair do país e colocar o filho do antigo presidente Nino Vieira na liderança do PAIGC.
Aliado de Nicolás Maduro, o até a última sexta-feira ministro da Indústria e Produção Nacional, foi afastado por decisão da presidente interina, Delcy Rodriguez, alegando que Saab irá assumir novas responsabilidades.
Suécia, Alemanha, Países Baixos, França, Canadá e Noruega vão ajudar a Dinamarca, num cenário de forte tensão com os Estados Unidos da América, para defender a soberania da ilha ártica de uma agressão ordenada por Donald Trump. A Suécia foi o primeiro dos vizinhos dinamarqueses a anunciar que vai enviar militares das suas forças armadas para proteger o protetorado dinamarquês.
Os militares golpistas que se encontram no poder desde 26 de novembro do ano passado aprovaram hoje uma nova Constituição em que o presidente da República é substituído pela figura de um “chefe único”. Trata-se de um novo desenvolvimento do próprio golpe, com os militares a definir o sistema político na Guiné-Bissau e a sequestrar a soberania popular.
O exército israelita voltou a matar em Gaza. Desta vez, foram três palestinianos, com os sionistas alegando que, supostamente, teriam transposto uma “linha amarela” artificial, aproximando-se das posições dos militares. Mas o histórico de Israel, de reiteradas violações do cessar-fogo não abona a alegação e deixa exposto um plano de genocídio na Faixa de Gaza que, ao contrário de ser abandonado, apenas abrandou na aritmética dos mortos.
Segundo a União Cabo-Verdiana Independente e Democrática, o comunicado do Governo de Ulisses Correia e Silva, a propósito da situação na Venezuela, reflete um alinhamento ideológico explícito com narrativas e interesses externos à tradição diplomática cabo-verdiana. “Trata-se de uma leitura política alinhada com determinados centros de poder internacionais, e não de uma avaliação jurídica ou consensual multilateral”, sustentam os democratas-cristãos.
Cinco senadores republicanos fizeram uma repreensão a Donald Trump, que surpreendeu até a oposição democrata, votando a favor de uma resolução que limitaria futuras intervenções militares norte-americanas na Venezuela sem aprovação do Congresso. É um primeiro passo de um longo caminho para conter os ímpetos belicistas do inquilino da Casa Branca.