Força de paz no Líbano diz que forças de Israel lançaram substâncias químicas desconhecidas. Boinas-azuis destacam risco corrido por civis após ação que envolveu diversas aeronaves; esta agressão interrompeu o auxílio humanitário e levanta preocupações de segurança a longo prazo ao longo da Linha Azul.
Durante anos Israel desacreditou os números de mortos avançados pelo Ministério da Saúde de Gaza. No entanto, a verdade não pode ficar indefinidamente escondida e, agora, já não é possível ocultar as evidências, como avançou o jornal diário israelita Haaretz.
Forças militares israelitas mataram hoje quatro palestinianos. No bairro de Zeitoun, a leste da Cidade de Gaza, um bombardeio de artilharia matou três pessoas. Já na rotunda de Bani Suheila, a leste de Khan Younis, Fadi Wael al-Najjar foi morto por disparos israelitas
O exército israelita voltou a matar em Gaza. Desta vez, foram três palestinianos, com os sionistas alegando que, supostamente, teriam transposto uma “linha amarela” artificial, aproximando-se das posições dos militares. Mas o histórico de Israel, de reiteradas violações do cessar-fogo não abona a alegação e deixa exposto um plano de genocídio na Faixa de Gaza que, ao contrário de ser abandonado, apenas abrandou na aritmética dos mortos.
Volodymyr Zelensky rejeita as acusações de Moscovo e diz que a Rússia está a tentar "minar todas as conquistas" alcançadas no âmbito diplomático, mas Donald Trump parece não ter dúvidas sobre a veracidade do ataque. "Esta não é a altura certa. Uma coisa é ser ofensivo, porque eles são ofensivos. Outra coisa é atacar a casa dele”, disse o presidente dos EUA.
PMA, UNICEF, OMS e FAO denunciam que 77% da população padece de fome e de desnutrição. Os mais afetados são cerca de 100 mil crianças e 37 mil mulheres grávidas ou lactentes. E, em consequência da agressão e do bloqueio israelita, a população palestiniana vê agravada a situação humanitária por razão das intempéries e do frio que atinge o enclave.
Com a sua política belicista de genocídio na Faixa de Gaza, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, tem vindo a provocar uma pobreza recorde, alta de preços e famílias sem condições de sobreviver. A guerra devastou não apenas os palestinianos - vítimas esmagadoras da violência - mas também a própria economia israelita.