Países do Médio Oriente e da Europa pedem retomada das negociações entre as partes como forma de conter o conflito iniciado hoje pelos Estados Unidos da América e Israel ao Irão, em violação do direito internacional.
“Ao Estado não cabe fazer ninguém rico ou pobre, mas criar as condições para que todos acedam a iguais oportunidades”. Sim, esta formulação é uma narrativa sedutora pela sua lógica liberal. O problema é que ela falha precisamente no ponto em que mais importa: a distribuição das condições de acesso. Thomas Dye (2013) define política pública como “tudo aquilo que o governo decide fazer ou não fazer”. A definição é deceptivamente simples, mas tem uma consequência implacável: a inação é também uma escolha. E quando o Estado faz ou deixa de fazer escolhas...
O teu potencial não depende de validação externa, e esta pode ser a verdade mais libertadora e mais aterradora que alguma vez vais internalizar. Esperar que outros validem a tua grandeza é dar-lhes as chaves da jaula que construíram à tua volta. E eles vão usá-las, não duvides. Vão trancar-te e deitar fora a chave, não necessariamente por maldade, mas porque é conveniente, porque a tua contenção é o preço da paz deles, porque és mais fácil de digerir quando estás mastigado e pequeno.
A professora da Universidade de Santiago (US) Isaura Furtado sublinhou hoje a importância do investimento contínuo na investigação científica e defendeu a necessidade de reforço de bolsas para investigadores nacionais, como forma de estimular a pesquisa académica.
O debate sobre a regionalização deve começar onde os desiquilibrios são mais visíveis. E, na Ilha do Sal, esses desiquilibrios são claros, mensuráveis e urgentes. A regionalização é uma oportunidade para corrigir injustiças, melhorar a governação e garantir que o desenvolvimento não se faz à custa da dignidade das pessoas nem da sustentabilidade do território.
Os democratas de pechisbeque que, agora, bajulam Trump, são os mesmo que, até novembro do passado ano, idolatravam o ditador guineense Umaro Sissoco Embaló, que com eles sempre foi muito generoso e até lhes financiava as campanhas eleitorais com dinheiro sujo. E a grande polémica nacional em torno do faraónico monumento à liberdade e democracia, não é uma questão estética nem orçamental, embora 150 milhões de escudos num país cheio de carências e onde o Governo está em falta, por exemplo, com as promessas feitas a Santiago Norte por razão das recentes intempéries, possa ser...
Reagindo às declarações da primeira-ministra dinamarquesa afirmando que os norte-americanos “estão realmente a virar as costas à aliança ocidental […] ao ameaçarem um aliado”, o presidente dos EUA disse que “se afetar a NATO, afetará a NATO”, mas que “eles precisam muito mais de nós do que nós deles" e acrescentou uma ironia, comparando a defesa da região, que faz parte do Reino da Dinamarca, a "dois trenós puxados por cães".