A presidente da Alta Autoridade para a Imigração (AAI) avançou esta sexta-feira, 25, que o estudo sobre os estrangeiros e imigrantes em Cabo Verde estima que os mesmos contribuem com 4,2 % para o Produto Interno Bruto (PIB).
Somada a contestação interna à generalizada contestação social ao governo, Ulisses Correia e Silva passa o seu pior momento desde que chegou à presidência do MpD e, nos bastidores, potenciais sucessores (que sempre andaram com ele ao colo) já afiam navalhas para, no momento oportuno, esfaquear pelas costas o chefe caído em desgraça. Ulisses vive dias cinzentos, já não lidera nada. Perdeu o partido e está à beira de perder o país!
O problema com os professores cabo-verdianos é que nós estamos sobrecarregados e mal pagos! Ambas as razões fazem com que muitos Professores andam a pensar constantemente na mudança de profissão, ou na emigração. Esta realidade desencoraja muitos jovens de sonhar em se tornar Professor ou Professora. A menos que o País e os decisores políticos encontrem maneiras de melhorar as condições de trabalho dos Professores, em breve. Portugal já recruta reformados! Será esse o nosso caminho?
O novo ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Integração Regional de Cabo Verde, José Filomeno Monteiro, prometeu hoje realizar várias reformas no seu ministério, após a posse conferida pelo Presidente da República, José Maria Neves, na Praia.
O Presidente da República, José Maria Neves, exonerou Rui Figueiredo Soares, a seu pedido, e nomeou, sob proposta do primeiro-ministro, José Filomeno Monteiro como novo ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Integração Regional.
O “projecto “Santa Cruz na diáspora: Portugal/Lisboa” está a dar os primeiros passos para fortalecer a integração e apoiar a comunidade santa-cruzense em Portugal, particularmente na capital do país, aproveitando o vasto capital humano na diáspora.
Os impactos da emigração em massa na economia cabo-verdiana, já são evidentes, inclusive em dois setores vitais para a sobrevivência das famílias na ilha de Santiago, como sejam a agricultura e a pesca, reconhece o presidente da AJEC: “Não há pessoas para trabalhar porque estão no exterior”. Ou seja, as políticas económicas de Ulisses/Olavo são um absoluto desastre: não criam emprego, não fazem crescer o consumo, nem obstam ao crescimento da pobreza. A solução destes génios é a emigração compulsiva em massa e o exílio económico dos jovens cabo-verdianos.