O novo livro é uma peça teatral bilíngue, em crioulo e português, em que três mulheres refletem sobre a sua condição. Escritora, investigadora e professora universitária, socio-politóloga, doutorada pela Universidade de Coimbra e galardoada com prémios nacionais e internacionais, Eurídice Monteiro usa o pseudónimo literário de Eurydice.
A República Popular da China já lidera a “revolução” solar e supera os dois gigantes ocidentais somados. Com 887 GW instalados, o país asiático torna-se potência mundial em energia solar e redefine a geopolítica global ao exportar tecnologia verde a preços imbatíveis, devendo responder por 60% da nova capacidade de energia renovável instalada no mundo até 2030.
O primeiro-ministro reagiu cauteloso ao processo disciplinar movido contra Dina Ferreira. Percebe-se a táctica: em vésperas de eleições, o Governo e o partido que o sustenta nada teriam a ganhar em uma nova briga com os jornalistas, para mais quando a opinião pública tem sobre eles um olhar de simpatia e os profissionais da RTC não pretendem baixar os braços. No limite, vendo-se o executivo muito apertado pela opinião pública, Ulisses atira para a fogueira o Conselho de Administração da RTC.
...só em democracia o discurso de ódio é legítimo — não por ser bom, mas porque é na liberdade que ele pode ser combatido. Em regimes autoritários, o ódio é censurado ou, pior, transformado em doutrina de Estado. Em democracia, ele é desafiado. É confrontado pela palavra, pela crítica e pela inteligência coletiva. A coragem democrática é, pois, a coragem da confiança: confiar que os cidadãos saberão distinguir o insulto da verdade, o fanatismo da razão, a fúria da justiça. A liberdade de expressão não é uma concessão: é a fundação da própria democracia. E se...
As organizações Greenpeace, Ecologistas em Ação, WWF, SEO/BirdLife e Amigos da Terra vão voltar a exigir na próxima Conferência das Nações unidas sobre as Alterações Climáticas (COP30) que a luta contra estes fenómenos seja financiada com fundos públicos.
Há duas lições que podemos retirar desta crise energética: ela sublinha a crise mais geral de um Governo que não tem soluções para o País, nem visão de Estado para uma agenda de futuro da Nação cabo-verdiana; e, infelizmente, expõe um primeiro-ministro sem grandeza, uma figura menor que não dá a cara ao País e se revela um político covarde.
No seu relatório, recentemente divulgado - e que detalha uma visita a Portugal efetuada em 2024 -, o comité anti-tortura do Conselho da Europa admite ter recebido diversas queixas de maus-tratos físicos consistindo, “principalmente em socos, pontapés no corpo e na cabeça e, ocasionalmente, o uso de cassetetes”, e apela ao estado português para acabar "completamente" com maus-tratos praticados pelas polícias.