CONCURSO PÚBLICO Nº 01- PRAÇA/INMG /2026 - ALIENAÇÃO DE VIATURA
O debate sobre a regionalização deve começar onde os desiquilibrios são mais visíveis. E, na Ilha do Sal, esses desiquilibrios são claros, mensuráveis e urgentes. A regionalização é uma oportunidade para corrigir injustiças, melhorar a governação e garantir que o desenvolvimento não se faz à custa da dignidade das pessoas nem da sustentabilidade do território.
Alícia Brito denuncia a ineficácia do Instituto Nacional de Previdência Social nas evacuações e o descaso com os beneficiários. Por lhe ser diagnosticado um grave problema de saúde que precisava de cuidados urgentes, Alícia teve que custear pessoalmente as despesas com a deslocação a Portugal, ainda não foi reembolsada e, em situação de baixa médica, continua sem receber os 70% do salário que lhe deveriam ser pagos pelo INPS.
Na ilha do Sal, o presidente do PAICV defendeu um “novo tipo de Estado" em Cabo Verde. "Esse novo Estado tem de ser um Estado (…) que ampara o cidadão e que cuida do cidadão cabo-verdiano”, disse Francisco Carvalho na Assembleia de Militantes, que aconteceu na noite de ontem, avançando que o partido está pronto para governar o país.
Continuamos a desperdiçar o que a natureza nos oferece, em vez de transformar isso em oportunidades de desenvolvimento. Além dos desportos náuticos, as modalidades de praia deveriam ter outro tipo de prioridade, com o objetivo de colocar o Sal nos circuitos regionais e, a longo prazo, no cenário mundial. Mundial pode parecer ambicioso, mas é exatamente esse o tipo de ambição que falta quando são pensados os projetos, permitindo que se dê continuidade no futuro. O desporto devia ser encarado como uma verdadeira ferramenta de empoderamento e mobilidade social. É um caminho real para...
Um grupo de quadros e cidadãos no país e na diáspora está a promover uma Convenção por Cabo Verde, um espaço plural “mobilizador de diálogo e co-criação, reunindo cidadãos, especialistas, empreendedores, artistas, jovens, comunidades da diáspora e instituições, para debater e formular propostas inovadoras sobre o futuro de Cabo Verde”. A iniciativa, apartidária, terá apresentação pública nos próximos dias num jantar de confraternização nos núcleos na Praia, Assomada, Mindelo, Espargos e Lisboa,” símbolos de uma rede que ultrapassa fronteiras”.
A nossa responsabilidade é dar voz ao povo salense: Para falar da água que nos falta, da terra que nos está a ser retirada e do futuro que está a ser vendido ao desbarato. PARA QUEM DEVE FLUIR A RIQUEZA DA ILHA DO SAL, SENÃO PARA O POVO DA ILHA DO SAL? Pelo nosso passado, pelo nosso presente e pelo nosso futuro.