Famílias de vários bairros da cidade Praia, queixam-se de não receber água da rede, nalguns casos, há meses, apesar de continuarem a pagar faturas mensais à empresa de abastecimento.
Já não bastava a crise energética que desesperou os praienses, agora é a falta de água que, se antes tinha um fornecimento irregular, agora piorou. E, segundo a AdS, o problema só estará resolvido entre dois a quatro dias.
A nossa responsabilidade é dar voz ao povo salense: Para falar da água que nos falta, da terra que nos está a ser retirada e do futuro que está a ser vendido ao desbarato. PARA QUEM DEVE FLUIR A RIQUEZA DA ILHA DO SAL, SENÃO PARA O POVO DA ILHA DO SAL? Pelo nosso passado, pelo nosso presente e pelo nosso futuro.
Calhou em sorte estar a banhos quando me tocou por acaso um texto informativo de F. Pratas, publicado no jornal Buala, em meados de agosto (Ortografia do caboverdiano: ciência, identidade, e respeito pela diversidade) em que, de passagem, e de forma implícita, se tenta enxovalhar o meu nome, junto com os do Grupo de membros da Comissão Científica da ALMA-CV em Portugal (CC) que apresentou um parecer sobre o Manual de Língua e Cultura Cabo-verdiana do 10º ano. (Falaram-me de uma entrevista posterior, na Inforpress, no mesmo teor acusatório, ofensivo e grosseiro, cuja leitura remeti para...
A autarquia da capital acusa a empresa pública Águas de Santiago de estar a inundar as ruas com águas provenientes de esgotos, em particular a vala de Fonton, gerando focos de mosquitos e “graves constrangimentos” aos munícipes da cidade.
Cabo Verde ainda tem tempo. Mas não terá tempo para sempre. O inverno demográfico não chega com neve, mas com silêncio: menos crianças nas escolas, mais camas ocupadas nos hospitais, mais reformas por pagar, menos braços para levantar o país. Fingir que não vemos o problema pode ser politicamente cómodo, mas será socialmente trágico. Encarar o desafio com seriedade, responsabilidade e ambição estratégica é uma das tarefas estruturantes da nossa geração. Porque, no fim, a pergunta existencial é: vamos envelhecer como país? Ou vamos transformar o futuro antes que ele nos...
As comunidades de Serrelho, Rebelo e Monte Negro, em Santa Cruz, tiveram esta quintafeira, 24, acesso à água potável nas suas torneiras, fruto de um investimento que visa melhorar as condições de vida e promover a dignidade das famílias locais.