Alguns dias depois do Procurador-geral da República, Luís José Landim, voltar a acender o fósforo na sua relação com a comunicação social, com um duro comunicado em resposta aos comentários da Presidente da Agência reguladora de Comunicação Social, Arminda Barros, a Procuradoria-geral da República apresenta o “Jornal do Ministério Público” para “trazer, de forma resumida, as principais atividades relevantes do Ministério Público no final de cada mês”.
Perante a dinâmica deste mercado levanta-se questões: será que a África, e especialmente o meu país, São Tomé e Príncipe, estão atentos à enorme oportunidade para impulsionar a economia local e entrar, ainda que de forma subtil, no mercado da economia digital potencializando os nossos recursos?
Cabo Verde subiu, este ano, 23 lugares no Índice Global de Paridade estando agora na 45.ª posição com 0,736 pontos - no ano passado o país esteve no 68.° lugar do ranking mundial com 0,716 pontos.
Para uma abordagem eficaz da problemática dos desafios ao Estado de Direito em África, só temos um caminho digno, a meu ver: o do pensamento crítico.
Alfredo Carvalho e a Tecnicil, acusados juntamente com mais 13 arguidos por burla qualificada, associação criminosa, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos e corrupção activa na comercialização ilegal de terrenos na cidade da Praia, consideram-se inocentes nos crimes que lhes foram imputados e alegam nulidade de todo o processo, porque o Ministério Público, ao não ouvir a sua versão, violou o principio do contraditório, um direito fundamental. Por isso, Carvalho e empresa já requereram uma Audiência Contraditória Preliminar (ACP) para exporem a sua defesa.
O presidente ARME, Isaías Barreto, disse que “faz todo o sentido” falar da rede móvel de quinta geração, mesmo numa altura em que o país está a começar a introduzir o 4G.
“Se não conseguiram financiamentos é porque, ou são incumpridores, ou são maus gestores, ou são incompetentes”.