O presidente do PAICV, Francisco Carvalho, disse esta sexta-feira, 7, que o partido que lidera é chamado a “resgatar” o país nas eleições legislativas de 2026, à margem da abertura do ano político, evento realizado no auditório nacional, na Praia.
A liberdade de imprensa e de Expressão é um valor inalienável da democracia, mas não pode ser confundida com a licença para difamar, caluniar ou manipular factos. A Uni-CV reserva-se, portanto, o direito de recorrer aos meios legais adequados à defesa da sua honra institucional e do bom nome dos seus colaboradores.
As bruxas de hoje não se escondem nas sombras. Estão nos parlamentos, nas autarquias, na comunicação social, nas universidades, nas ruas, e nas empresas. Têm rosto, têm nome, e não precisam de autorização para existirem. O tempo das fogueiras acabou, mas a luta pela dignidade feminina está longe de terminar. Enquanto uma mulher for insultada por pensar, ridicularizada por liderar ou condenada por ser livre, Cabo Verde continuará a ser um país que queima as suas próprias filhas. E nós, que sobrevivemos às chamas, não pedimos piedade…exigimos consciência. Porque a...
O professor catedrático da Universidade do Minho, constitucionalista e considerado o “pai” da Constituição cabo-verdiana de 1992, foi homenageado pelos seus pares, enquanto académico e democrata. Um reconhecimento público a uma vida dedicada à liberdade, à justiça, aos direitos humanos e ao saber, num legado que perdura na academia e na sociedade.
O coordenador geral do Projecto Reduce, Jacob Gonzalez-Solis, apelou ao Governo para a “implementação urgente” do programa de observadores a bordo das embarcações de pesca industrial que operam em suas águas.
Manuel Brito-Semedo, Ângela Sofia Benoliel Coutinho, Abel Djassi Amado e João Resende-Santos são os académicos cabo-verdianos que participam no Simpósio Internacional “A Luta Continua! – 50.º Aniversário da Libertação Africana do Domínio Português”, que terá lugar nos dias 24 e 25 de outubro, na Universidade de Harvard, em Cambridge, Massachusetts (EUA).
Levado à estampa pela Rosa de Porcelana Editora, o livro de Fátima Bettencourt (a irmã de Humberto Bettencourt Santos), relembra a figura eclética do incontornável nome da música cabo-verdiana e militante abnegado da luta de libertação nacional, à qual se entregou por inteiro, dando apaixonadamente o “corpo ao manifesto”, é apresentado esta semana na Praia e no Mindelo.