O desempenho do mercado de trabalho de Cabo Verde tem melhorado, desde 2016, mas há sinais que merecem atenção e debate, segundo um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) apresentado hoje na capital, Praia, num evento do Governo.
Pensar Santiago Norte é, afinal, pensar Cabo Verde de forma mais justa, equilibrada e sustentável. É reconhecer que não haverá desenvolvimento nacional pleno, enquanto uma das regiões mais ricas em história, cultura e potencial económico continuar a ser deixada para trás.
Um Estado que elogia os seus emigrantes apenas quando eles brilham, mas os responsabiliza quando tropeçam, não está a governar: está a reagir. E um país pequeno, com uma história de mobilidade forçada e escolhida, não pode dar-se ao luxo de tratar a sua diáspora como um ativo descartável do discurso político. Talvez seja tempo de perguntar menos “o que fizeram os cabo-verdianos” e mais “o que poderia o Estado ter feito diferente”. Porque culpar é fácil. Representar, é mais difícil. Mas é exatamente para isso que existe um Governo.
Reagindo à exigência de uma caução de 15 mil dólares para a obtenção de vistos de turismo e de negócios, o Governo de Ulisses Correia e Silva emitiu um comunicado onde lava as mãos e culpa os cabo-verdianos. O Governo de Cabo Verde parece ter-se assumido como porta-voz do Governo dos Estados Unidos, explicando a medida e apontando responsabilidades ao seu próprio povo, que deveria defender.
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde acusou hoje o Governo do MpD de “sucessivos falhanços” nos setores das pescas e dos transportes, considerando tratar-se de uma “década perdida”. Para a deputada Adélsia Almeida, o Governo falhou também na construção das infraestruturas prometidas, como cais, arrastadouros, mercados de pesca e unidades de conservação e transformação do pescado, deixando as comunidades piscatórias “abandonadas”. A parlamentar denuncia, ainda, o que considera ser o “caos” no setor dos transportes.
Percorrendo o mundo em busca do sonho, dez anos após ter deixado Cabo Verde, o jovem santantonense prepara um projeto que aposta em “transformar” o futebol juvenil no arquipélago. Para já, a academia Pro Soccer Performance fincou pé na sua ilha natal, nas a ideia é alargar a iniciativa a todo o arquipélago. O passo seguinte é a ilha do Sal. É que, “ futebol é o veículo, mas o destino é formar homens de caráter”, diz Hevany Mota.
São Miguel está a passar por momentos conturbados não só pelas chuvas torrenciais de 13 e 14 novembro que abalaram o Concelho, mas sim por motivos fúteis e pessoais do seu Presidente que quer a todo custo "vingar" dos seus considerados "revús" ou pessoas que ele considera "contra".