A Procuradoria Geral da República (PGR) decidiu pelo arquivamento do processo “Fundo do Ambiente”. A montanha, parafraseando o vulgo, pariu um rato. Um ratinho! E com este parto, o MpD viu afundar-se a sua única tábua de salvação, a última arma que ainda lhe restava para se defender dos ataques do PAICV face aos sucessivos e escandalosos sinais de corrupção desses seus quase 5 anos de mandato.
O processo de extradição a pedido dos Estados Unidos da América, que tem lugar em Cabo Verde contra o Enviado Especial Alex Saab, continua a surpreender qualquer pessoa que o acompanhe de perto. Recapitulemos por um momento: no meio de uma guerra política, económica e diplomática entre os Estados Unidos da América e a Venezuela, Alex Saab, na qualidade de agente diplomático participante numa missão especial e humanitária ao Irão, protegida pelo direito internacional, foi forçado a aterrar para que o seu avião pudesse ser reabastecido com combustível. Suspeitosamente, o pedido...
"...apelamos às autoridades competentes desta tribuna para que tomem as medidas adequadas e urgentes para eliminar a violação dos direitos fundamentais de Alex Saab e, consequentemente, para pôr fim à sua prisão injusta."
O Presidente da República aprovou a proposta do Governo de afastar de funções a embaixadora na Suíça e Organizações Internacionais em Genebra, Maria de Jesus Veiga Miranda.
O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, nomeou novos embaixadores do país nos Estados Unidos da América (EUA) e no Brasil, ambos fora do quadro de pessoal diplomático, ou seja, mais dois embaixadores políticos.
O ex-juiz espanhol Baltasar Garzón considera, em entrevista à Lusa, que Cabo Verde mostra ceder às pressões dos Estados Unidos, acusando os norte-americanos de promoverem a “detenção ilegal” de Alex Saab, depois de “fabricar” um mandado de detenção internacional.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou esta quarta-feira, 9, que realizou uma “visita surpresa” à cadeia onde está detido Alex Saab, considerado pelos Estados Unidos testa-de-ferro de Nicolás Maduro, não tendo encontrado indícios de tortura, como alegava o empresário colombiano.