O primeiro-ministro afirmou hoje, no Mindelo, que a moção de censura proposta pelo PAICV (oposição) “não faz absolutamente nenhum sentido” e que o Governo “está tranquilo, defendeu e continuará a defender que não tem nada a temer”.
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV-oposição) disse hoje que o Movimento para Democracia (MpD-poder) deve clarificar a sua política sobre a regionalização, acusando-o de ter recusado chegar a consensos com os demais partidos.
O Grupo Parlamentar do PAICV já entregou ao Parlamento uma Moção de Censura contra o Governo pela “falta de transparência na gestão dos recursos públicos do país”. É a primeira vez que o principal partido da oposição utiliza este instrumento parlamentar de fiscalização contra o Governo de Ulisses Correia e Silva.
...é errado pensar que Oposição significa "Votar sempre Contra; bloquear tudo". Por isso, para mim, tem pouca relevância o quiproquó do Samilo Moreira na CMP. Sem ignorar os danos e o irritante que isso provoca, a sua atitude só vincula o próprio. E a mais nenhuma instituição. Alegremente isolado na sua cápsula a remoer nas suas razões e contradições egoistas. E o que se coloca, no caso, é o papel do MpD enquanto Instituição de bem. Que deve estar ao "Serviço do Bem Comum" estando na Situação ou na Oposição. Mas, não se revendo em Varoufakis, MpD é o partido do "Quanto...
A Presidente da Comissão Política Regional de Santiago Norte do PAICV, Carla Carvalho, denunciou hoje o uso indevido dos recursos públicos na Região, com desvios de mais de 25 mil contos só no concelho de São Miguel. O partido da oposição cabo-verdiana destacou especificamente os fundos do Turismo e do Ambiente.
O presidente PAICV, Rui Semedo, afirmou hoje no parlamento que Cabo Verde está "muito atrasado" na implementação das energias renováveis, sem evolução desde 2016, mas o primeiro-ministro acusou o líder da oposição de estar "atrelado ao passado".
O presidente da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID, oposição) considerou, hoje, surreal a comunicação do primeiro-ministro sobre a governação do país, criticando-o por sempre culpar o contexto da crise pela não apresentação de melhores resultados da governação.