O número de aviões movimentados em 2018 nos aeroportos e aeródromos cabo-verdianos diminuiu 5,9%, enquanto o tráfego de passageiros aumentou 2%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Cabo Verde.
O vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia anunciou esta terça-feira a criação já no próximo ano de uma entidade reguladora da concorrência em Cabo Verde.
O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, o decreto-lei que cria a Agência Reguladora Multissectorial da Economia. A medida, que faz cair o Conseçho de Administração da ANAC e da ARE, faz parte do pacote das reformas económicas e institucionais do sector da regulação.
Os preços dos bilhetes dos Transportes Colectivos Urbanos de Passageiros aumentaram a partir de domingo, 01 de Julho, na Cidade da Praia, passando de 41 para 42 escudos, anunciou a Agência de Regulação Económica (ARE).
O A Nação desta quinta-feira, 31, afirma que a Cabo Verde Airlines corre o risco de ficar sem aviões no próximo Verão, porque a Icelandair e a Euroatlantic querem de volta os seus aparelhos. O primeiro-ministro desmente a informação.
Numa carta dirigida aos munícipes, Carlos Alberto Silva informa que está a dialogar com o Governo no sentido de conseguir parcerias para a construção de um porto comercial em Pedra Badejo.
Antes de tudo, uma mea culpa. Ulisses Correia e Silva tardiamente – porque sempre foi chamado a capítulo sobre esta questão – “assume”, na prática, que falhou num Executivo demasiado enxuto (12 ministros e nenhum secretário de Estado) e decide então engrossar a estrutura do seu Governo, a ver se a máquina entra na potência que o seu programa exige para até final do mandato. E de uma assentada entram oito, o que salta logo à vista tendo em conta a ideia inicial (referida quase como imutável) de um Governo curto e eficaz.