Queria perguntar ao Primeiro-ministro, José Ulisses Correia e Silva quem paga pelos desmandos, crimes e leviandade de uma ministra escolhida a dedo por si, O POVO? Quando a Procuradoria vai abrir um processo de averiguações? Nem sequer precisa de buscas e partir portas. Ou o MP só tem pujança contra o Município da Praia?
Os militares golpistas que se encontram no poder desde 26 de novembro do ano passado aprovaram hoje uma nova Constituição em que o presidente da República é substituído pela figura de um “chefe único”. Trata-se de um novo desenvolvimento do próprio golpe, com os militares a definir o sistema político na Guiné-Bissau e a sequestrar a soberania popular.
O presidente da Câmara Municipal da Praia anunciou hoje que a autarquia decidiu cancelar a Corrida dos Heróis, prevista para dia 20. A decisão é uma resposta às críticas sobre gastos públicos. “Está cancelada, sim. A Câmara “tem de estar atenta, tem de estar em sintonia com o povo. O povo é quem mais ordena”, disse Francisco Carvalho.
Num encontro com militantes do Movimento para a Democracia em São Vicente, a propósito do 13 de Janeiro, Ulisses Correia e Silva alertou para sinais de ataque à democracia a nível mundial e dentro do País, citando como exemplo o presidente da Câmara Municipal da Praia e líder do PAICV.
O Governo cabo-verdiano aprovou acordos de financiamento com organizações internacionais, no valor global de cerca de 12,7 milhões de euros, para reforçar o projeto de energias renováveis e eficiência energética do país, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro.
O Presidente dos EUA afirmou que tomaria o território de qualquer forma. As lideranças parlamentares mencionam direito internacional e rechaçam interferência externa: “futuro da ilha cabe ao povo gronelandês”.
Dez anos depois, o resultado é claro: dependência, estagnação e retrocesso. Cabo Verde não precisa de avales eternos, mas de liderança e coragem para fazer o país descolar. Francisco Carvalho não promete milagres; apresenta provas. Não governa com slogans, mas com responsabilidade. Ele é a rutura necessária, a resposta ao esgotamento e o antídoto ao abuso de poder.