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Dupla nacionalidade: conveniência ou exclusão?

Durante esta maldita pandemia a grande diáspora contribuiu e continua a contribuir imensamente para minimizar o sofrimento dos residentes, principalmente dos seus familiares. Foi assim, também, durante a erupção vulcânica e demais crises. Não se pode encarar os residentes no estrangeiro só em termos económicos! A diáspora cabo-verdiana merece muito mais. É uma treta, a fantasia dos sucessivos governos que a diáspora é a décima primeira ilha!

Diáspora, albergue do cabo-verdiano de terceira

A ingratidão e a incoerência são de bradar aos céus. Elenquemos as contradições: o cidadão Cabo-verdiano pode votar, mas fica impedido de ser eleito PR; o Emigrante elege e é eleito para Assembleia Nacional e em caso de recenseamento massivo também pode implicar a redistribuição de mandatos, aí sim o país estaria sob alçada dos que estão fora; residir 3 anos no país é o suficiente para conhecê-lo, ou por outro lado, as barreiras geográficas quando há interesse e vontade são invisíveis? Por último, remessas de emigrantes, podemos enviar dinheiro às famílias, amealhar...

Cabo-verdianas na diáspora unem-se à ACLCVBG para dar combate à VBG

Mulheres cabo-verdianas emigrantes a residir na Suíça unem-se à Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a Violência Baseada no Género (ACLCVBG) para “dar combate” à violência com base no género, com apoios financeiros às vítimas, para que estas conquistem sua independência económica.

Bairrismo em tempo de pandemia do COVID-19

O interesse em trabalhar este tema vem despertar em nós o que estudamos anteriormente sobre o Bairrismo, com ênfase em fatores como fluxos migratórios, políticos, a diáspora, entre outros e agora cruzado com o tempo em pandemia tem uma certa representação «egoísta», sem ser depreciativa. A questão do “bairrismo” é uma representação subjetiva quando criada por razões políticas ou administrativas.

PR ainda não sem decisão sobre a data das eleições legislativas e presidenciais

O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, disse esta segunda-feira, 28, que ainda não tem uma “posição definitiva” quanto à data das eleições legislativas e presidenciais do próximo ano, depois de já ter auscultado o Conselho da República, partidos políticos e outras entidades. 

Diáspora ainda sem Delegados da CNE

Estamos a quase três meses das próximas eleições legislativas e ainda não foram designados os delegados. Ou seja, a Comissão Nacional de Eleições não lançou ainda o concurso público para a seleção dos Delegados do Recenseamento eleitoral para a diáspora.

Presidente do PAICV quer um processo eleitoral “com muita transparência”

A presidente do PAICV, Janira Hopffer Almada, apelou esta quinta-feira, 17, a elaboração de um processo eleitoral “com muita transparência”, sobretudo, para permitir a participação de todos os cabo-verdianos, sem condicionamento e de forma livre.