É visível o esforço da Câmara Municipal ao apostar em obras de requalificação urbana e investindo forte na área do saneamento - o alvo principal das críticas da oposição à autarquia da capital, liderada por Francisco Carvalho. Sem muito alarde, mas, paulatina e sistematicamente, a cara dos bairros começa a mudar e a limpeza urbana também está a alterar o rosto da cidade para melhor.
O Instituto do Desporto e da Juventude (IDJ) celebra o 13 de Janeiro, Dia da Liberdade e da Democracia, com um torneio Relâmpago de balizinha e basket 3x3, sábado, 10, no Largo do Memorial da Liberdade.
Na sua Mensagem de Ano Novo para 2026, o presidente da República apelou à união, à resiliência e ao orgulho nacional para enfrentar os desafios do novo ano. José Maria Neves fez o balanço do ano anterior, assinalado pelos 50 anos da Independência, pelas conquistas da democracia e por sucessos inéditos no desporto, com as qualificações das seleções nacionais de futebol e andebol. E disse que, em ano de eleições, urge “reverter e dissipar o atual e crescente clima de crispação” e “reaprender a cultura do diálogo e do debate fundado em ideias e argumentos”.
Percorrendo o mundo em busca do sonho, dez anos após ter deixado Cabo Verde, o jovem santantonense prepara um projeto que aposta em “transformar” o futebol juvenil no arquipélago. Para já, a academia Pro Soccer Performance fincou pé na sua ilha natal, nas a ideia é alargar a iniciativa a todo o arquipélago. O passo seguinte é a ilha do Sal. É que, “ futebol é o veículo, mas o destino é formar homens de caráter”, diz Hevany Mota.
Segundo o presidente da União Cabo-verdiana Independente e Democrática, o chefe do Governo e a sua equipa estão a prometer nestes últimos seis meses o que não conseguiram fazer durante mais de quatro anos de mandato. Para João Santos Luís, as propostas avançadas pelo primeiro-ministro para 2026 são “enganosas” e “propaganda eleitoralista”, feita em todas as ilhas “à custa do erário público”.
É, no mínimo, singular. O presidente da Assembleia Nacional teve de suspender a sessão de hoje, porque o partido do Governo não tinha maioria no hemiciclo. E, em vez de negociar, o Movimento para a Democracia manteve-se irredutível, tentando forçar as oposições a aprovar o que não queriam e impedindo o regular funcionamento do Parlamento. Mas, pesem as responsabilidades que Celso Ribeiro atribuiu às oposições, ao que parece, a culpa foi do próprio MpD que, nesta sessão, tinha um deputado em falta.
A apreciação é do líder do Grupo Parlamentar, que critica o Governo por “falta de investimentos e políticas eficazes” nos últimos 10 anos de governação no desporto, tanto no futebol como em outras modalidades.