A nova moeda de 200 escudos alusiva aos 50 anos da independência de Cabo Verde, começa a circular hoje e está disponível em três versões - normal, dourada e prateada, anunciou o banco central.
A partir de hoje está em circulação uma moeda comemorativa de 500 escudos, alusiva aos cinquenta anos do BCV. Esta emissão constitui um marco de elevado simbolismo, assinalando meio século de compromisso institucional com o país e a estabilidade macroeconómica. A moeda é, também, repositória da história, cultura e tradições cabo-verdianas.
O Banco de Cabo Verde (BCV) anunciou hoje “não se opor” à venda do Banco Comercial do Atlântico (BCA, um dos maiores do país), por parte da Caixa Geral de Depósitos (CGD) ao grupo Coris, do Burkina Faso.
O Banco de Cabo Verde (BCV) decidiu estender o Programa de Assistência de Emergência (PAE) à região de Santiago Norte, em resposta aos estragos causados pelas chuvas torrenciais de 13 de Novembro, anunciou hoje a instituição.
O primeiro-ministro reagiu cauteloso ao processo disciplinar movido contra Dina Ferreira. Percebe-se a táctica: em vésperas de eleições, o Governo e o partido que o sustenta nada teriam a ganhar em uma nova briga com os jornalistas, para mais quando a opinião pública tem sobre eles um olhar de simpatia e os profissionais da RTC não pretendem baixar os braços. No limite, vendo-se o executivo muito apertado pela opinião pública, Ulisses atira para a fogueira o Conselho de Administração da RTC.
É o Banco de Cabo Verde que o diz: a economia cabo-verdiana regista um crescimento de 4,9% no primeiro semestre deste ano, por razão do abrandamento da procura turística externa, mas também pela perda do rendimento das famílias e baixa confiança dos consumidores. É uma desaceleração da economia face aos 7,2% registados em 2024.
Ulisses Correia e Silva disse hoje que o Governo está a reforçar políticas públicas voltadas para a juventude, com destaque para a habitação, formação profissional e emprego. O primeiro-ministro disse, ainda que “quando há mais crescimento, há mais empresas, mais empregos e mais oportunidades para os jovens criarem os seus próprios negócios”. O problema é que, segundo o BCV, a economia não está a crescer, pelo contrário, desacelerou.