Já se percebeu que as mais recentes promessas do ainda primeiro-ministro, repescadas ou não, têm como fio condutor a construção de uma enganação levada ao limite. Tudo vem a caminho, principalmente, quando nada de substantivo há para apresentar. Nem mesmo as sondagens de encomenda do dr. Ulisses, numa última tentativa de ludibriar as hostes e conter danos, podem evitar o assalto ao “Palácio de Inverno” pela rejeição popular a uma governação desastrosa, feita de falácias e propaganda. E isso está muito para além do senhor que se segue, que a dinâmica social levou a que...
É “pa djobi pa lado” ou é “sem djobi pa lado”? O povo cabo-verdiano, por várias vezes, já deu provas da sua maturidade política, da sua capacidade de decidir e de discernir em momentos extremamente cruciais da vida e da história do país. Mais uma vez, é chamado a agir e a decidir. Tenho a mais profunda confiança e convicção de que, novamente, saberá, em consciência e com a inteligência que lhe é reconhecida, tomar a melhor decisão para o seu destino e futuro. E o melhor destino, neste momento, é confiar no PAICV, em Francisco Carvalho e no seu projeto Cabo Verde para...
Quem fala de transparência, rigor e desenvolvimento, tem de responder pelo que fez quando teve poder real. Não basta apontar o dedo, é preciso mostrar obra. E nesse campo, o contraste entre o discurso e a realidade não lhe corre bem. Continuamos à espera de respostas sobre o património cultural subaquático, os embróglios da CV Interilhas, os milhões enterrados nas escadas da Laginha e da Baía das Gatas, os assaltos ao Museu de Arqueologia da Praia e à CNAD. A memória não é selectiva, nem tão curta quanto ele gostaria.
A um homem indiciado pela prática de crime de furto em ourivesaria no Centro Comercial Visão, em Sucupira, foi aplicada a medida de coação mais gravosa pelo Tribunal da Comarca da Praia. O suspeito é reincidente, tendo já cumprido cinco anos de prisão por crimes da mesma natureza e saído em liberdade há poucos meses.
Se analisarmos o nosso comportamento e a nossa forma de ser enquanto povo à luz desta lógica, chegaremos á conclusão de que fazemos exatamente o contrário: valorizamos mais o que vem de fora do que aquilo que é nosso. Não se trata de patriotismo exacerbado nem de estabelecer barreiras nacionalistas, até porque somos um pequeno Estado insular com parcos recursos e que não produz a maior parte daquilo que consome, dependendo fortemente de importações para satisfazer as suas necessidades básicas, especialmente em termos alimentares.
Com o agravamento da crise energética, decorrente do bloqueio norte-americano, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, confirmou esta sexta-feira ter iniciado negociações com o Governo dos Estados Unidos visando resolver diferenças bilaterais e estabelecer possíveis áreas de cooperação regional.
A Polícia de Intervenção Rápida, a mando dos militares golpistas, voltou a encerrar ontem a Casa dos Direitos, que alberga a sede da Liga Guineense dos Direitos Humanos. Exibindo armas de guerra, os agentes policiais expulsaram, ainda, do edifício o embaixador da União Europeia que, naquele momento, realizava uma visita à instituição.