A reitora da Universidade de Cabo Verde, Astrigilda Silveira, quer continuar a contar com o apoio do presidente da República para consolidar o processo de internacionalização da universidade pública, que pretende afirmar-se como referência na sub-região e nos PALOP. A reitora destacou, ainda, entre os temas estratégicos abordados, a valorização da diáspora cabo-verdiana na academia e o reforço do capital humano.
Simbolicamente, Astrigilda Silveira foi investida como reitora da Universidade de Cabo Verde no dia em que se assinala a efeméride que celebra a mulher cabo-verdiana. A nova reitora disse assumir o mandato com “humildade e determinação”, assente na construção de uma universidade cada vez mais forte, inclusiva, transparente e relevante para o país.
Astrigilda Silveira é a nova reitora da Universidade de Cabo Verde. A professora do polo do Mindelo da universidade pública conquistou 50,65% dos votos, batendo no sufrágio o professor do polo da Praia Crisanto Barros (46,63%) e ditando o resultado, ainda provisório, mas irreversível, da segunda volta das eleições realizada ontem.
Nada ficou decidido na eleição para reitor da Universidade de Cabo Verde realizada ontem. À segunda volta passam Crisanto Barros e Astrigilda Silveira. Pelo caminho, ficaram cinco candidatos: Lourdes Gonçalves, João Cardoso, Jorge Tavares, Felisberto Mendes e Odair Varela.
Professores, funcionários e estudantes vão escolher dia 28 o próximo reitor da Universidade de Cabo Verde. A campanha eleitoral começa hoje com sete candidatos em disputa, cinco homens e duas mulheres: Lourdes Gonçalves, Odair Varela, João Cardoso, Crisanto Barros, Jorge Tavares, Felisberto Mendes e Astrigilda Silveira vão estar na “estrada” até 26 de janeiro, o dia em que encerra a campanha eleitoral.
A academia vai a votos para eleger o próximo reitor da Universidade de Cabo Verde. Em comunicado, a Comissão Eleitoral informa que os cadernos eleitorais já estão publicados, entrando, agora, num período de análise, estando sujeitos a eventuais pedidos de retificação caso haja fundamentos nesse sentido.
Estou convicto de que o défice de financiamento público tem sido um dos maiores problemas da Uni-CV, com forte impacto negativo na valorização e desenvolvimento do seu pessoal e no acesso dos estudantes ao ensino superior. Anualmente, o Estado tem disponibilizado, diretamente para a Uni-CV, trezentos e tal mil contos, quando, por exemplo, o orçamento de funcionamento para o ano de 2025 ascende a 1.129.043 contos. Importa, contudo, observar que também, do meu ponto de vista, os sucessivos Reitores não têm sido capazes de desencadear uma liderança e um sistema de governança...