Nova rodada de negociações em curso hoje em Washington, prevê discutir possível extensão do cessar-fogo e suspensão de demolições israelitas nos vilarejos do sul do país. “Não podemos conviver com uma chamada zona tampão, uma presença israelita onde deslocados libaneses não possam retornar, onde vilarejos e cidades destruídos não possam ser reconstruídos”, disse o primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam.
“Para nós, o transporte é uma responsabilidade do Estado garantida pela Constituição. É a única forma de aumentar a circulação, acelerar a economia e potenciar o turismo em todas as ilhas”, disse ontem o líder do PAICV na apresentação da lista de candidatos a deputados pelo Círculo Eleitoral de São Nicolau.
Ehud Olmert alerta que as ações israelitas podem levar as autoridades ao Tribunal Penal Internacional por razão da violência contínua na Cisjordânia ocupada. Dirigindo-se ao chefe do Estado-Maior israelita, Eyal Zamir, e ao comissário de polícia Danny Levy, o ex-primeiro-ministro advertiu: “Salvem o país desta catástrofe. Vocês acabarão em Haia.”
Yair Lapid advertiu para o “desastre da segurança” no país e afirmou que forças israelitas estão a operar para “além da capacidade”. Por sua vez, o chefe do Estado-maior, Eyal Zamir, também alertou para “colapso” das Forças Armadas.
Não sou e nunca fui e jamais esteve nas minhas cogitações pôr em causa o sistema judicial ou ser contra a Justiça, e, muito menos, atacar ou enfraquecer as instituições da República. Sou pela Justiça, pelo Direito e pelo institucionalismo porque acredito que são esses os predicados inerentes a qualquer sociedade que se quer justa, regida pelo princípio da legalidade e organizada em instituições fortes e credíveis.
O secretário-geral-adjunto do maior partido da oposição acusou o Governo de transferir para os cidadãos a fatura de uma gestão “ineficaz” e a intenção de aumentar a idade de reforma. João Brito defendeu que os trabalhadores não devem pagar o custo de “políticas falhadas”, considerando que em causa está a sustentabilidade do INPS e o recente recuo do Governo sobre a solidez do sistema.
As forças armadas iranianas prometem executar o primeiro-ministro israelita como retaliação pela morte de mais de 175 pessoas numa escola de Teerão, entre elas 168 meninas, no primeiro dia de ataque ao Irão, ocorrido a 28 de fevereiro. Após o anúncio, Israel disse ter lançado uma “vasta onda” de bombardeamentos contra o oeste do país, sem, contudo, entrar em detalhes sobre os objetivos e os locais atingidos.