O único artesão a produzir 'panu di téra' em Portugal alerta para as imitações deste tecido histórico de Cabo Verde e defende a sua aprendizagem, para não se perder a arte de um pano que já foi moeda de troca.
A vice-presidente da Associação Cabo-verdiana de Surdos, Adelcia Tavares, anunciou hoje, na cidade da Praia, a criação de uma biblioteca e de espaço multimédia, além do reforço da formação em língua gestual, para apoiar estudantes surdos.
A língua materna nunca foi o problema da escola cabo-verdiana. O problema é quando se discute a língua para evitar discutir as prioridades.
Num contexto em que o mundo perde uma língua a cada 14 dias, a ONU sublinha que os jovens desempenham um papel central neste processo, defendendo e revitalizando línguas, criando conteúdos digitais e utilizando as tecnologias para tornar a diversidade linguística mais visível e valorizada.
O investigador cabo-verdiano defendeu hoje, na Praia, a urgência na plena oficialização da língua cabo-verdiana, apelando a consensos entre partidos políticos, grupos parlamentares e deputados para o reconhecimento formal deste idioma como património cultural e identidade nacional.
O Festival Sete Sóis Sete Luas prevê envolver mais de 800 alunos das ilhas da Brava, Fogo, Maio e Ribeira Grande de Santo Antão em residências artísticas e laboratórios criativos, a decorrer entre Fevereiro e Maio.
...não pretendo apresentar um modelo a replicar. Trata-se, antes, de um ensaio vivido, de uma reflexão em movimento sobre a prática docente. Como tem sublinhado autores como Nóvoa (2020) e Pacheco (2019), inovar em educação não significa aplicar métodos novos, mas repensar profundamente o sentido da escola, do currículo e do trabalho docente. Continuo convencido de que a verdadeira inovação pedagógica exige coragem, tempo e reflexão crítica. Exige que abandonemos certezas confortáveis e nos disponhamos a aprender com os nossos próprios alunos. É nesse processo,...