A Câmara Municipal de São Domingos presta hoje, 13 de março, uma homenagem ao músico e activista cultural Calu de Guida, filho do concelho, no quadro das celebrações do Dia do Município.
Em democracia, alternância não é um castigo. É um mecanismo de higiene política. Depois de muitos anos de um mesmo ciclo governativo, o país precisa de perguntar a si próprio se ainda existe energia reformadora ou se estamos apenas a assistir à repetição das mesmas fórmulas, dos mesmos nomes e das mesmas promessas.
A Comissão Nacional de Eleições reconhece “atrasos e constrangimentos” no recenseamento na diáspora, dando razão à queixa apresentada pelo maior partido da oposição, onde se acusava o Governo de obstrução ao recenseamento na diáspora e de atrasos deliberados na transferência de verbas, falhas técnicas e entraves administrativos a poucos dias do fim do prazo legal.
A informação é do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica: nas próximas 48 horas o arquipélago estará sob a influência de instabilidade atmosférica, podendo ocorrer períodos de céu muito nublado e a possibilidade de chuviscos e trovoadas.
As eleições autárquicas de 2024 revelaram alterações relevantes nas preferências eleitorais em vários municípios, sinalizando tendências que poderão influenciar os próximos ciclos eleitorais. À medida que Cabo Verde se aproxima das eleições legislativas de 2026, intensifica-se o debate político e a avaliação do desempenho das forças governativas e da oposição. Mais do que uma disputa entre partidos, este processo representa um momento crucial de exercício democrático, em que os cidadãos analisam propostas, trajectórias e perspectivas para o futuro do país.
"Dez anos depois, os projectos continuam todos no papel". Clóvis Silva assim avaliou hoje, no parlamento, as políticas do executivo de Ulisses Correia e Silva, alegando que o eleitorado acreditou nas promessas de um país próspero, diversificado, inclusivo, com melhor saúde e educação, transformado em ‘hub’ marítimo e aéreo, digital e moderno. No entanto, “após dez anos de Governo do MpD, grande parte dessas promessas permanece apenas no papel”
Quando instituições que deveriam defender a Constituição preferem o silêncio, quando questões fundamentais sobre legalidade e transparência deixam de ser debatidas, ou quando a justiça faz tudo para ter o jogo a seu favor - sem qualquer fair play - o Estado de Direito começa lentamente a esvaziar-se de conteúdo. Não discutir possíveis violações constitucionais não protege o país. Pelo contrário: fragiliza a sua credibilidade interna e externa e disso não tenho dúvida.