A Polícia Judiciária (PJ) anunciou a detenção de oito pessoas, seis suspeitas de homicídios e crimes violentos e duas por tráfico de droga de alto risco e conversão de bens, apreendendo armas, drogas e dinheiro.
O Governo anunciou hoje que a empresa Swissport (Suíça) é a vencedora da terceira fase do concurso internacional para a privatização parcial da Cabo Verde Handling (CV Handling), empresa de assistência aos sete aeroportos e aeródromos do arquipélago.
A nova moeda de 200 escudos alusiva aos 50 anos da independência de Cabo Verde, começa a circular hoje e está disponível em três versões - normal, dourada e prateada, anunciou o banco central.
Os preços das exportações cabo-verdianas caíram ligeiramente em novembro, enquanto os das importações registaram uma descida mais acentuada, impulsionando o Índice de Termos de Troca (ITT), anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
...o “governo-sombra”, será apenas isso: sombra. Sem luz, sem corpo, sem futuro. Se quer ser levado a sério, que abandone a ilusão das formas vazias e mergulhe na humildade do trabalho substantivo. Que estude. Que estude muito, os problemas reais do país. Que converse. Que converse muito mesmo e com todos. Que ouça. Que ouça muito mesmo, os sonhos e as inspirações dos cabo-verdianos. E que, a partir daí, aprenda que na política, ao contrário das fábulas, não são as rãs inchadas que conquistam respeito, mas as vozes sábias que sabem onde, quando e porquê cantar. Que os...
Se a pobreza extrema foi reduzida, por que razão tantos continuam a escolher entre comer e pagar a luz? Se a inclusão social é prioridade máxima, por que razão a precariedade se tornou regra e não exceção? Se o Estado protege, por que razão milhares vivem permanentemente dependentes de subsídios que não libertam, apenas administram a miséria? Chamam de vitória o alargamento do Rendimento Social de Inclusão a cerca de 43 mil famílias. Mas é preciso dizer, com frontalidade: política social que não emancipa é política de contenção, que aprisiona e humilha. Um país não...
O Presidente da República, José Maria Neves, que participou ontem na Cimeira Extraordinária da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, acompanhado do ministro dos Negócios Estrangeiros, reafirmou o compromisso do nosso país com a democracia, o Estado de Direito e a ordem constitucional, no seguimento do golpe de Estado militar de 26 de novembro na Guiné-Bissau. A cimeira condenou veementemente a interrupção do processo democrático, defendeu a libertação dos presos políticos, a devolução do poder aos civis e a realização de eleições livres e transparentes.