Maniatado pela grande criminalidade, o simulacro de Estado (de Cabo Verde) não podia ter soberania nem Justiça, até que no dia 04.Set.2019, deu sinal de vida, depois de mais de 44 anos de não-Justiça, para a impunidade dos grandes malfeitores e altos mafiosos. A Justiça, que agora deu sinal de começar a nascer, não pode parar nem quedar pelo bom começo : estejamos atentos e vigilantes, para que não seja bloqueada !
Ao Exmo.Jornal Electrónico Santiago Magazine
Texto de apresentação do livro Germinações e Outras Restituições de Março, de José Luís Hopffer C. Almada, na Associação Caboverdeana de Lisboa, em 4 de Julho de 2019
Hoje, 04 de Agosto de 2019, 11h00. Apesar do conselho de um amigo para não o fazer, neste momento, estou a iniciar este desabafo como sinal de denúncia e de condenação pública à Junta de Saúde do Hospital de Sotavento, pelas razões que a seguir passo a descrever.
Será este o meu papel ontem, hoje e enquanto existir relativamente em Chã das Caldeiras, o centro da minha nação. Seria o papel de cada um cabo-verdiano que realmente gosta do seu PAÍS, frente à proliferação da demagogia e ao mercenarismo politico adoptado por este GOVERNO. Fomos literalmente assaltados por um grupo organizado, mas que cada um tome conta do seu pedaço e resgatemos o País que vai num plano inclinado a ouvir música de distração. Ouvi o deputado Filipe Santos e o seu colega Luís Alves, que agora não aparece em negrito sabe ele lá porquê, mas vou desconstruindo...