O desempenho do mercado de trabalho de Cabo Verde tem melhorado, desde 2016, mas há sinais que merecem atenção e debate, segundo um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) apresentado hoje na capital, Praia, num evento do Governo.
Celebrar o 13 de Janeiro exige mais do que repetir fórmulas consagradas. Implica revisitar criticamente o nosso percurso histórico a partir de uma perspetiva africanista ou, no mínimo, pós-colonial, capaz de articular independência, democracia e memória sem reducionismos. Enquanto continuarmos a tratar a liberdade como um ponto de chegada encerrado no passado — e não como um processo em permanente construção — permanecemos reféns de leituras empobrecidas da nossa própria história. Repensar o currículo e investir seriamente na educação cívica e política sobre a história...
A Assembleia Municipal da Praia aprovou ontem cinco propostas apresentadas pelo executivo liderado por Francisco Carvalho. De fora, ficou uma sexta que não tinha documentação para análise. A presidente da AM, Clara Marques, fez um “balanço positivo” da primeira sessão extraordinária deste ano.
Suécia, Alemanha, Países Baixos, França, Canadá e Noruega vão ajudar a Dinamarca, num cenário de forte tensão com os Estados Unidos da América, para defender a soberania da ilha ártica de uma agressão ordenada por Donald Trump. A Suécia foi o primeiro dos vizinhos dinamarqueses a anunciar que vai enviar militares das suas forças armadas para proteger o protetorado dinamarquês.
Duas investigadoras cabo-verdianas querem reforçar o diagnóstico do cancro do sangue e o "uso racional" de antibióticos em Cabo Verde, através de projetos financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian, visando melhorar os cuidados de saúde no país.
A sessão solene do Dia da Liberdade e da Democracia, realizada na Assembleia Nacional, foi marcada pela exigência de imparcialidade das instituições, mas também da consideração de que democracia não rima com pobreza, por um lado, com a visão maniqueísta sobre o “bem e o mal”, transformando a solenidade num ato prévio da campanha que se avizinha e apoucando a efeméride que dizem defender.
Os democratas de pechisbeque que, agora, bajulam Trump, são os mesmo que, até novembro do passado ano, idolatravam o ditador guineense Umaro Sissoco Embaló, que com eles sempre foi muito generoso e até lhes financiava as campanhas eleitorais com dinheiro sujo. E a grande polémica nacional em torno do faraónico monumento à liberdade e democracia, não é uma questão estética nem orçamental, embora 150 milhões de escudos num país cheio de carências e onde o Governo está em falta, por exemplo, com as promessas feitas a Santiago Norte por razão das recentes intempéries, possa ser...