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O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 6:23)

É incrível como egoísmo e o individualismo andam juntos. Quando duas tribos israelitas pediram para se instalar antes do rio Jordão, Moisés percebeu o perigo: aquilo podia dividir o povo de Israel. Então ele convida aqueles homens a aproveitar a lição do passado. Foi por causa da incredulidade de alguns que o povo peregrinou quarenta anos no deserto, até que a geração rebelde morresse. Moisés entendeu que a atitude daquelas duas tribos desencorajaria as outras a prosseguir na conquista. A terra já era deles, bastava entrar! A conquista de Jericó foi uma prova disso – veja Josué 2:9 até o povo dali sabia da promessa divina a Israel. Iam desanimar agora?

No início da jornada, doze homens foram enviados a Canaã para fazer reconhecimento da terra: dez deles desencorajaram a conquista e todo o povo foi punido. Moisés não queria que isso se repetisse. Os envolvidos na situação do texto de hoje compreenderam o exemplo dado e comprometeram-se a lutar ao lao de seus irmãos.

Em nossa vida, também corremos o risco de nos deixarmos levar por aquilo que nos atrai, sem considerar se isso agrada ou não ao Senhor. Podemos, também, ser tentados a abrir mão de nosso compromisso com as pessoas para obter bens, posições e prazeres, trocando o que é eterno pelo que é passageiro. Mas, como aqueles israelitas, devemos lembrar de factos passados – por exemplo, o que já soremos por tomar decisões erradas que nos afastaram de Deus. Tais lembranças podem nos levar para perto dele. Quando confessamos que fizemos o que lhe desagrada, ele nos perdoa e reafirmamos nosso compromisso com ele. Que nada nos desvie de seu propósito!

Agradar a nós mesmos e não a Deus pode ser o caminho mais fácil, mas nos afastará eternamente do Senhor.

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